Crianças pequenas sempre estão dizendo coisas engraçadinhas o tempo todo, mas a mãe de Luke Ruehlman levou um susto daqueles ao ouvir o filho dizer, categoricamente, que lembrava ter sido uma mulher que morreu em um incêndio na vida passada.
Luke, de apenas 5 anos, mora em Cincinnati, nos Estados Unidos, e garante que já veio à Terra como uma mulher negra de 30 anos, chamada Pam, e de ter falecido em 1993 ao saltar de um prédio em chamas. Ele afirmou ter reencarnado e, acredite, se lembra de ser acordado pelos novos pais com o nome de garoto.
Erika mãe de Luke
Segundo a mãe, Erika, o menino comentava detalhes de sua suposta vida anterior.
— Ele costumava dizer: "Quando eu era uma menina, tinha cabelos pretos. Eu costumava usar brincos assim quando era menina" — disse Erika ao programa de TV Fox8.
E o menino foi além. Quando confrontado sobre quem era a tal Pam, o menino garantiu que era ele próprio, e ainda se recorda como foi o processo de reencarnação quando teria sido “empurrado de volta para à terra como um recém-nascido”.
Pam Robinson morreu aos 30 anos em um incêndio do hotel de Chicago
— Eu era Pam, mas morri. Fui para o céu, vi Deus e ele me empurrou de volta para baixo. Quando acordei eu era um bebê e você me chamava de Luke — disse o garoto à mãe.
Intrigada com a revelação, Erika foi pesquisar. Para sua surpresa, ela encontrou uma notícia sobre a morte de Pamela Robinson, em um hotel no ano de 1993.
Além disso, uma investigação feita por um programa de TV relacionado a atividades paranormais deixou a história de Luke ainda mais assombrosa. No programa, a criança teria conseguido identificar a foto de Pam entre uma série de outras imagens de mulheres negras de 30 anos. Fonte
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Um outro caso notável de reencarnação que estudei intensamente: o de um menino chamado Gopal.
“Sou um Brahmin. Sou filho de Sharma. Meu pai encontra-se em Mathura.”
“Você tem irmãos?”
“Naturalmente. Eu tinha três, e um deles me matou com um tiro.”
Eis uma parte da estrnha conversa mantida usualmente entre Gupta e seu filho Gopal em Delhi, Índia. Gopal nasceu na família de Gupta em 1956. No decurso de suas conversas, dizia que morava em Mathura durante sua vida anterior e era dono duma firma farmacêutica chamada Sukh Sanchrak Company.
Os pais, de inicio, consideraram estas afirmações como tolice. Mas Gopal continuou a repeti-las e, certo dia, seu pai falou aos amigos a respeito delas. Disseram-lhe que, possivelmente, a criança estava certa, porque, há algum tempo atrás, um fato dessa natureza ocorreu em Mathura, no qual o Sr. Shaktipal Sharma, proprietário da Cia Sukh Sanchrak, fora morto a tiro. Na seqüência dessa conversa, o pai de Gopal dirirgiu-se a Mathura a fim de confirmar o alegado incidente.
Quando os membros da família Saktipal souberam que um menino em Delhi afirmava ser Shaktipal renascido, a sua viúva e sua nora dirigiram-se a Delhi e visitaram Gopal. Este reconheceu ambas. Gopal falou com sua nora, mas não disse uma única palavra para sua esposa. “Quando lhe solicitei cinco mil rúpias, ela recusou-se a me ceder essa quantia e disse-me que tirasse da companhia. Dirigi-me para lá e meu irmão mais novo matou-me a tiro.” A viúva de Shaktipal Sharma confirmou a exatidão da afirmação de Gopal.
Em seguida, Gopal foi conduzido a Mathura para ver se conseguia reconhecer pessoas e lugares da sua vida anterior. Em Mathura, no templo Dwarkadheesh, pediram-lhe que indicasse o caminho dali para sua casa. Num instante, ele chegou à cia Sukh Sancrhak e proclamou em voz alta: “Eis minha firma.” Então, caminhando a passos inseguros através de ruas tortuosas e gramados, encontrou logo a casa de Shaktipal. Quando lhe deram um álbum de fotografias, reconheceu todas as fotos de Shaktipal.Em seguida, perguntaram-lhe sobre o local onde fora morto. Foi outra vez à Cia e indicou o exato local em que fora assassinado. Informou em detalhes a localização de seu escritório, o lugar em que se encontrava e de que modo se achava de pé, de que direção veio a bala, e em que parte do corpo foi atingido.
A viúva de Shaktipal confirmou a autenticidade das informações de Gopal.
Examinando o caso, ele não parece fraudulento, porque os pais da criança nem lhe deram publicidade e nada ganharam sob o aspecto financeiro devido a ele. Para haver fraude, há necessidade de motivo.
Tão pouco temos condição de explicar o caso simplesmente como uma distorção ou lapso de memória porque cada afirmação feita pelo menino confirmou-se como real. E como podem ser explicados os vários reconhecimentos feitos pelo menino? Gopal também tratou as pessoas que reconheceu exatamente como Shaktipal as teria tratado.
Tem que haver uma explicação para os casos de reencarnação como este, de Gopal. Os pesquisadores como eu estão vigorosamente tentando achar uma explicação e estamos certos de que no futuro próximo encontraremos uma.
Se pudermos comprovar a teoria da reencarnação cientificamente, a descoberta dará nova interpretação à religião e nova dimensão à ciência.
Fonte:http://www.caminhosluz.com.br
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