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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Cientistas do Dakila Pesquisas lançam documentário provando que a Terra não é "REDONDA"

SÃO PAULO, 19 de fevereiro de 2018 /PRNewswire/ -- Questionamentos sobre o formato da Terra são recorrentes na história da humanidade. Em função de uma série de fenômenos naturais que contradizem os ensinamentos acadêmicos, cientistas brasileiros do Dakila Pesquisas decidiram investigar as inconsistências. Em sete anos de estudos, foram realizados experimentos científicos, em diferentes pontos no mundo, com acompanhamento de instituição governamental e de profissionais de vários segmentos. Os resultados serão apresentados no longa metragem Terra Convexa: O Documentário. A pré-estreia, para convidados, ocorrerá no dia 26 de março, às 19h30, em cinema do Shopping Eldorado, em São Paulo (SP). Três dias depois, o documentário será lançado no site terraconvexa.com.br em português, inglês e espanhol.
Segundo Urandir Fernandes de Oliveira, fundador do Dakila Pesquisas, a tese de que a Terra é redonda foi derrubada por sete experimentos: geodésico, que consiste em medir dois prédios com ampla distância, tendo como referência o nível do mar; experimento a laser para verificar a planicidade das águas; nivelamento das águas; Distorções óticas relacionadas a processos reflexivos; experimento de barcos na linha do horizonte; experimentos da gravidade e dos corpos celestes.
Para realizar o experimento geodésico foram medidas a base e o topo de um prédio em Torres (RS) e em Natal (RN). Engenheiros do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) participaram da ação. Um laser de longo alcance foi usado para medir a planicidade das águas na Represa de Três Marias (MG); na Lagoa dos Patos (RS), no Lago Titicaca, no Peru; e nos mares de Ilhabela (SP) e do estreito de Gibraltar, canal marítimo que separa a Europa da África. Já a teoria da gravidade foi contestada com dois fundamentos da natureza: prumo e nível.
Todos os experimentos contaram com a participação de astrônomos, cartógrafos, geólogos, topógrafos, engenheiros civis, entre outros profissionais. Foram utilizados equipamentos de última geração. Após o lançamento do documentário, o Dakila Pesquisas disponibilizará toda a metodologia e tecnologia empregadas para que os interessados possam averiguar os resultados. 
"Além de abordar o formato da Terra, o documentário vai revelar a descoberta de um novo continente separado por um paredão de gelo. Novos conhecimentos também serão demonstrados em relação ao Sol, a Lua, e constelações", revela Urandir Fernandes de Oliveira.

Posteriormente ao documentário, será lançado o livro Terra Convexa com toda a parte científica e um novo mapa-múndi.  
Fundado em 1997, em Corguinho (MS), o Dakila Pesquisas reúne pesquisadores e cientistas de diversas áreas do conhecimento, principalmente nos campos das ciências exatas e naturais.
Legenda da foto: Experimentos apontam que a Terra é convexa nos continentes e plana nas águas  
Crédito da Foto: Dakila Pesquisas
Informações: Camila Cortez (+55 61 4141-7045) camila@supremaintegrada.com.br
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segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

NASA mais uma vez tenta enganar a população? Estariam realmente os astronautas no Espaço?

A bordo da Estação Espacial Internacional, os engenheiros de vôo da Expedição 54 Mark Vande Hei e Scott Tingle da NASA e o engenheiro de vôo Norishige Kanai da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA) discutiram a vida e a pesquisa sobre o complexo durante um par de entrevistas em vôo em 3 de janeiro com KMSP-TV, Minneapolis e a Voice of America.

A entrevista que parece ser a vida recebe um final notável, que começa em cerca de 13,55 no vídeo, o que parece uma falha no Chroma Key Layer.

Uma técnica de chroma keying é comumente usada na produção de vídeo e pós-produção. Então, se é realmente uma falha em uma Chroma Key Layer, então não é uma transmissão ao vivo, mas uma pós-produção, além disso, se esse for o caso, então podemos pensar se a entrevista foi gravada em um local desconhecido na Terra e editada pela NASA?

Se olharmos para uma entrevista semelhante gravada em 2013, parece que certas entrevistas "ao vivo" realmente acontecem a partir de um local na Terra, em vez disso, diretamente "Live" da ISS.

Durante a entrevista de 2013, Chris Cassidy admite acidentalmente que estão filmando nos EUA.

Depois de uma pergunta inócua de um aluno sobre seus dias de escola secundária, Chris oferece algumas informações sem script sobre onde estão filmando, o que torna o caso de espaço jovial parecendo bastante estressado por um minuto sabendo que ele disse algo realmente estúpido (0:56) "... .Dos Estados Unidos a partir de onde estamos conversando com você direito ... "

A composição de Chroma, ou o Chroma Keying, é uma técnica de efeitos visuais / pós-produção para a composição (camadas) duas imagens ou fluxos de vídeo em conjunto com base em matizes de cores (intervalo cromático ).

A técnica tem sido usada em muitos campos para remover um plano de fundo do assunto de uma foto ou vídeo - particularmente as indústrias de transmissão de notícias, filmes e videogames. Uma faixa de cores na imagem em primeiro plano é feita de forma transparente, permitindo que filmagens de fundo filmadas separadas ou uma imagem estática sejam inseridas na cena.

O fluxo de transmissão ao vivo da ISS realmente é "Vivo" ou é falso e é tudo uma questão de pós-produção e edição?

Vídeo 1: avança rapidamente o vídeo para 13:55 e você vê uma falha na camada de três astronautas.
Vídeo 2: Avance o vídeo para 00:56 e você ouve a declaração notável de Chris Cassidy.
Fonte
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sábado, 6 de janeiro de 2018

NADA de SATÉLITES: Gigante Teia de Cabos sob o Oceano é o que nos Conecta de VERDADE!! "VIA SATÉLITE É UMA FRAUDE"

O sinal que chega em sua TV, seu celular ou a internet que conecta ao seu computador são emitidos por ondas de satélites que orbitam a Terra, certo? Não é bem assim.

De fato há comunicação de sinais via satélite, mas isso representa apenas 1% de toda a comunicação global. O que realmente conecta todo o planeta são os cabos submarinos, que cruzam todos os oceanos e conduzem 99% de todas as informações trocadas internacionalmente

Rede internacional de cabos: como funciona?
Esta enorme teia é composta de mais de 350 enormes fios de fibra ótica. Enormes do ponto de vista de seu comprimento: juntos, somam mais de 885 mil quilômetros, equivalente a 22 voltas no globo terrestre. O maior deles liga a Alemanha até a Coréia do Sul, uma conexão de 38,6 mil quilômetros e 39 paradas. No site Submarine Cable Map você pode ver todos eles.

Em relação a espessura dos cabos, há diferentes gradações. Quanto mais fundo o cabo de instala no oceano, mais fino ele é, isto porque em superfícies mais rasas há mais risco de ataques de animais como tubarões ou barcos de pesca - os fios mais grossos podem ter a espessura de uma lata de refrigerante. No oceano, os cabos podem chegar a incríveis 8 mil metros abaixo do nível do mar.

Compõem os cabos até sete camadas de proteção, que rodeiam a fibra ótica. Entre os elementos, há o tecido mylar (usado em roupas de astronautas), aço, polietileno, alumínio, policarbonato, cobre e até pasta de petróleo.

Cabos x satélites
O motivo para que os cabos submarinos sejam a principal forma de comunicação é simples: são mais baratos e mais eficientes. De acordo com informações da NEC Corporation, que opera algumas conexões, estes cabos podem transmitir 3,48 gigabits de informações por segundo - equivalente a 102 mídias de DVD. Os satélites não são capazes de transmitir sequer um único DVD a cada segundo.

Outros fatores são geográficos. Embora haja riscos pequenos de acidentes com animais marinhos, os cabos são muito menos sujeitos a ações da natureza, como tornados, tempestades etc. Além disso, os cabos encurtam distâncias: a NEC informa que entre Los Angeles e Tóquio, é preciso 9 mil quilômetros de cabeamento; se o sinal fosse enviado a um satélite e redirecionado à Terra, atravessaria 72 mil quilômetros, oito vezes mais.

Conexões são antigas
Os cabos submarinos são anteriores inclusive à tecnologia dos telefones. Em 1858, quando a primeira conexão uniu a Irlanda e a Ilha Newfoundland, no Canadá, o principal meio de comunicação era o telégrafo. A primeira mensagem foi um recado da Rainha Vitória, do Reino Unido, para o presidente dos Estados Unidos, James Buchanan. Durou apenas um mês - a transmissão gastava mais energia do que o previsto.

A partir do Reino Unido, então a principal potência econômica do mundo, novos cabos foram instalados para se conectarem com a América e com colônias asiáticas, como a Índia. Somente nos anos 1940 que os cabos submarinos começaram a ter como principal finalidade a conexão telefônica.

Tecnologia desenvolvida nos anos 1960, a fibra ótica começa a revolucionar as telecomunicações na década de 1980, quando os cabos são trocados por este material. A qualidade e a rapidez das transmissões aumentaram constantemente até como as vemos hoje.


Conexões brasileiras: de Fortaleza e Praia Grande
Hoje, o Brasil tem nove canais que o conectam primeiro com a América do Norte e um que liga diretamente o país à Europa - todos eles saem de Fortaleza, capital do Ceará. Mas, dentro de dois anos, o país terá um novo mega cabo.

Para estreitar relações diretas com países europeus, sem o intermédio dos Estados Unidos (99% da conexão brasileira com o mundo passa pelos norte-americanos), será construído o cabo Ellalink, projeto que une o Brasil a Europa por meio de Portugal e Espanha. Será, de longe, o de maior capacidade no país: atingirá 72 terabits por segundo, sete vezes mais do que a informação que toda a América Latina transmite atualmente.

O cabeamento terá início na cidade de Praia Grande (SP), seguirá até Fortaleza onde começa seu trajeto transatlântico até Sines, em Portugal. É um projeto conjunto da estatal brasileira Telebras e da companhia espanhola Isla Link, cujo custo previsto é de US$ 206 milhões (ou aproximadamente R$ 680 milhões).
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sábado, 4 de março de 2017

Hacker invade a NASA e descobre a Terra Plana e o Domo - Enciclopédia de 1958 Revela o Domo!!

ENCICLOPÉDIA DE 1958 REVELA O DOMO DO FIRMAMENTO

Encontrado uma referência ao domo do Firmamento numa enciclopédia de 1958, 1 ano antes do Tratado da Antártida.
Para ampliar só clicar na imagem.

A Operação militar "Fishbowl" localizou o teto do Firmamento e a operação "Highjump" localizou a parede do Firmamento.
Se a Terra fosse um globo não existiria referências ao que supostamente não existe junto com as coordenadas.
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                                           Fonte:verdadereveladafinal


                                           Fonte:O Plano