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quarta-feira, 23 de maio de 2018

Vivemos em uma Matrix? Teoria que diz que a realidade em que vivemos é "VIRTUAL"

Na postagem de hoje irei questionar e filosofar sobre o assunto do título. Será que nós vivemos em uma Matrix?Em 1999, foi lançado um filme que fez muito sucesso, que acabou tornando-se uma trilogia e, posteriormente, uma franquia. Seu nome é “Matrix“. E, desde então, uma teoria que diz que a realidade em que vivemos é virtual se popularizou, sendo inclusive aceitas por alguns cientistas, muito embora, esta teoria já existisse bem antes, sendo chamada de “Hipótese da Simulação“. O canal do YouTube chamado “Fatos Desconhecidos” discorre muito bem sobre essa teoria, de forma resumida:
Para os mais conservadores, essa ideia pode parecer absurda, mas será que é mesmo impossível? Se pararmos para pensar, as coisas podem começar a parecer fazer sentido.

Nós mesmos, já temos tecnologia para criar realidade virtual bem realista, certo? Imaginem se num futuro, com o aperfeiçoamento disto, os seres humanos passassem a entrar nesses mundos virtuais de uma forma tão profunda, que eles mesmos se esquecessem de que tudo aquilo é um jogo? Os avatares dentro dessa realidade virtual, jamais saberiam que estão dentro de um jogo, certo? Pois bem, quem garante que nós não somos um avatar dentro de uma Matrix? Essa analogia não é minha, ouvi no vídeo do canal “COSMOS INTERIOR“, da querida Cris Brightlight, confiram:

Mas, sendo assim, surgem vários questionamentos: Então, nós não existimos? Somos apenas um personagem de jogo? Ou, é igual ao filme, onde vivemos escravizados por máquinas malignas?

Acho que a analogia da Cris (vídeo acima) responde algumas dessas dúvidas. Mas, vou discorrer à minha maneira, como eu imagino que as coisas funcionam, baseado em relatos de pessoas que já estão “despertas” (os hackers da analogia dela), já que eu, infelizmente, ainda quase não tive experiências que me mostrem isso. A própria Cris fez um relato sobre isso:
Imaginem uma Consciência que é Amor infinito e incondicional, ele é onipotente, onipresente e onisciente, portanto, não possui forma, não conhece sentimentos negativos e, apesar de ter a ciência de infinitas possibilidades, não pode se expressar, pois esse ser é tudo, todo e absoluto! Ele é a vibração extrema! – Meu humilde ego, ao imaginar isso, pensou: “deve ser meio monótono viver assim!”.

Então, sendo onipotente, Ele cria uma realidade virtual (dimensão, se assim preferirem), com vários universos com milhares de galáxias com uma infinidade de estrelas e planetas. Assim, essa Existência de Luz, divide sua essência em inúmeras centelhas e as envia para dentro dessa simulação criada, estando dividido, e “encarnado” em um corpo limitado, ele passa a poder expressar/manifestar toda a sua ciência e Sabedoria. E, cada planeta habitado, como sendo um projeto para vivenciar um determinado tipo de experiência.

Todavia, nessa dimensão criada, ainda vibra-se de forma muito elevada, e os seres que nasceram nessa realidade, ainda possuem consciência de que na sua Essência, eles são aquele Ser perfeito. E, sendo assim, eles ainda não podem ter a experiência de todas as possibilidades.

Para poder realizar isso, eles criam uma nova dimensão (sabendo de sua essência, eles possuem a mesma capacidade onipotente), de vibração um pouco mais densa. Nessa nova realidade virtual, onde também existe universos com planetas e estrelas, a consciência de unidade já é um pouco mais dispersa, e as possíveis experiências que podem ser vivenciadas são em um leque mais diversificado. Além disso, os seres criadores dessa nova realidade, dividem sua essência em muitas centelhas, reduzindo a própria vibração, encarnando em novos corpos. Todavia, ainda assim, existem mais infinitas possibilidades que só podem ser conhecida em realidades ainda mais densas, então faz-se novamente a criação de nova dimensão.

Tal processo, é repetido muitas e muitas vezes, sendo um Matrix dentro de outra Matrix, dentro de outra Matrix, e assim por diante! Até chegar em um ponto que, surgem realidades tão densas (como a nossa), onde os seres que vem para estas já se esqueceram completamente de sua Essência verdadeira. Nessas dimensões densas, passou a existir algo chamado “dualidade” (bem e mal, luz e trevas, certo e errado, bom e mau, alegria e tristeza, prazer e dor, etc.).

Além disso, em alguns poucos planetas dessas realidades mais densas, os seres passaram a contabilizar algo que não existe: o que chamamos de “tempo“. Sim, estou falando de nossa querida Mãe Terra.

Acho que deu para perceber que a Consciência perfeita inicial é o que chamamos mais comumente de Deus (mas, que tem vários outros nomes: Alá, El, Energia, Buda, etc.). E, que nós somos uma centelha da centelha da centelha da centelha …  da centelha desse Deus, e que esquecemos de nossa origem.

Com isso, surge outra dúvida: como assim não existe tempo? Existe ontem, hoje e amanhã! E as horas? Marcamos horários para tudo!

Então… na verdade, tudo está em paralelo, o passado, o presente e o futuro. Sim, o futuro já aconteceu, ou está acontecendo juntamente com o presente! Mas, devido a condicionamentos que viemos sofrendo por gerações, acabamos criando essa percepção de linearidade de acontecimentos, passando a sentir o tempo. Como temos a força criadora do Consciência Divina, então o tempo se concretiza na nossa realidade.

Mas, sendo assim, muitos vão indagar que não existe o livre arbítrio, já que o futuro já aconteceu. Porém, não é bem assim! Na realidade, todas as possibilidades de futuro já existem, somos nós que escolhemos qual vamos vivenciar. E, a forma de escolher está no presente, com os pensamentos, atitudes e, principalmente, sentimentos que carregamos no dia a dia.

Portanto, a força criadora é o Amor, que é um sentimento que, por sua vez, é uma vibração (onda) de energia que tudo cria! E, como estamos numa realidade onde existe a dualidade, então temos o seu inverso, que é o ódio (e, outros sentimentos negativos), que são ondas de vibração mais densas (também é energia). Atraímos o futuro que vibra na mesma vibração de nossos atos. Conseguem reconhecer a Lei da Atração aqui? A mesma descrita por Rhonda Byrne em seu livro “O Segredo“! Que é chamada de Lei Mental, pela SEICHO-NO-IE! Que está intrinsecamente ligada à Terceira Lei de Newton da Física (ação e reação) e do Princípio da Conservação de Energia (energia não pode ser criada e nem destruída, ela apenas se transforma)! E, que resume-se no “Dai e ser-vos-á dado” (Lucas 6:38) de Jesus Cristo!

Aí, pode surgir o questionamento: como é que simples sentimentos podem atrair situações, ou até coisas materiais?

A resposta é bem simples! Nossos sentimentos são energia, assim como nossos pensamentos! As situações também são pura energia de sentimentos dos envolvidos no mesmo. E a matéria é energia condensada. Com isso, é fácil concluir que se manifestamos energia de Amor, por exemplo, pela Lei da Atração, retornará a mesma energia de Amor (talvez, de forma diferente, já que a ela se transforma), pois elas combinam. Por isso, ao ser solidário com uma pessoa (atitude de amor), muito provavelmente, não receberá o amor dessa mesma pessoa. Ela virá de outro lugar! O mesmo vale com dinheiro, por exemplo: quem doa verdinha despretensiosamente, com o sentimento verdadeiro de solidariedade, não irá receber a prosperidade de quem recebeu, muitas vezes, ela retorna em forma de algum produto, ou de um bom desconto em uma compra, ou em forma de presente de alguém inesperado, e por aí vai!

E, é assim pelo fato de tudo ser Energia! Que, se bem lembram do início da postagem, é aquela Consciência perfeita, de puro Amor, onipresente, onipotente e onisciente! Temos esse mesmo poder de criação, mas, por estarmos em um ambiente virtual denso, tudo é mais lento.

Sem contar que, vivemos dentro de um sistema, que quer limitar de todo jeito o despertar das pessoas. Esse sistema, é o que os teóricos da conspiração costumam chamar de Cabala, ou Illuminati. Eu vejo estes como a Matrix do filme, a entidade controladora e escravizadora (embora, o filme passa outra ideia, a de que essa máquina do mal é que está fora da Matrix, controlando tudo. Sendo que analogamente, esta seria Deus. Mas, lembrem-se que quem produz os filmes é o sistema, e eles querem mesmo que temamos Quem está fora da Matrix). Essa parte, o Pedro Pavanello, do “Canal do PAVA“, explica muito bem, em seu vídeo:

Quem já começou o processo do despertar (expansão da consciência), deve perceber bem o que o sistema faz conosco, tudo (principalmente nas mídias) tem o objetivo de torná-las mais apegadas ao material, ou de colocar medo nas pessoas! Isso pois, o medo é um sentimento denso, e dificulta o despertar. Assim como as músicas (não todas, é claro), que tentam prender-nos a baixas faixas vibracionais, com letras, mensagens subliminares e frequências binaurais. Sempre remetendo à tristeza, amor não correspondido, perdas, bebidas, drogas, sexo promíscuo (obs.: sexo em si, não é denso, desde que haja amor), etc.

MAS, mesmo essas entidades escravizadoras, possuem também a mesma essência de luz que a nossa! São nossos irmãos! Eles apenas estão atuando (como os atores fazem) como o “mal” (da dualidade de nossa dimensão), que na verdade não existe! Todos se esqueceram de sua origem, e estão cumprindo um papel determinado para proporcionar determinadas experiências aos outros (e a si mesmo). Mesmo nossas vivências mais dolorosas, foram escolhidas por nós mesmos antes de perdermos a memória!

Então, certamente, surgirá a questão: mas, quem é que, em sã consciência, iria querer sofrer algo doloroso? Ou passar por sentimentos ruins, como ódio, traição, tristeza, depressão, etc.?

A resposta está no início dessa reflexão! Nossa origem, que é um Ser de Amor perfeito, tem a ciência de que é possível ter esses sentimentos que rotulamos como ruins. Mas, ele não consegue conhecer isso, pois, Ele é puro Amor! Por isso, Ele quer passar por estas experiências (lembrando que dualidade não existe, por isso, não existe o conceito de bom e mau).

Dá para fazer uma analogia com jogos, novamente! Quem nunca jogou um jogo que, a certo nível, não consegue passar de fase, “morrendo” (ou perdendo) várias vezes? Mas, aí você começa de novo, com a convicção “dessa vez eu vou conseguir passar”! O sentimento de derrota, não nos é agradável, mas então, qual a razão de tentarmos de novo? Por que é divertido! Por que queremos saber o que tem nas próximas fases! Por que queremos experimentar o sentimento de vitória sobre essa adversidade! Então, é a mesma coisa!

Portanto, todo tipo de adversidade que passamos por aqui, pode ser vencida! Inclusive doenças (que, a princípio, também não existem!). E, o segredo para vencermos, é escolher sempre a vibração do Amor! Isso, não só para conseguirmos ter uma vida melhor aqui, nessa Matrix, mas, também, por já estar na hora de retornarmos para Casa, lembrando-nos de nossa origem! Tanto que, para isso, estão vindo muitas pessoas despertas para nos ajudar com essa lembrança (são os hackers da analogia do vídeo da Cris).

E, como fazemos para acelerar o nosso despertar? É só olharmos para “dentro” de nós mesmos! O sistema nos condiciona a olharmos para o exterior, buscamos tudo o que queremos fora (inclusive o amor). Sendo que, já temos tudo o que precisamos e desejamos, dentro de nós! O que percebemos do exterior é espelho do que temos no nosso interior. É como disse Cristo “Nem dirão: Ei-lo aqui, ou: Ei-lo ali; porque eis que o reino de Deus está entre vós.” (Lucas 17.20-21)

Existem várias formas para se fazer isso, algumas bem simples, como:

– Apreciar o silêncio (sente-se confortavelmente, feche os olhos, e curta o silêncio, prestando atenção no que está sentindo, e sem dar bola para os pensamentos. Se eles vierem, deixem eles por aí, não os expulsem, nem lute contra eles!).

– A meditação (que não precisa ser como todos imaginam, sentado em posição de lótus, recitando o mantra OM, rodeado por incenso. Basta sentar ou deitar-se confortavelmente, e mergulhar nos sentimentos e sensações! Pode-se usar mantras – existem outras, além do OM, muitas são de melodia belíssimas! – Ou músicas apropriadas para ajudar!).

– Pode-se fazer o Ho’oponopono (prática originariamente havaiana), que consiste em dizer mentalmente (ou verbalmente, se quiser/puder) repetida e incansavelmente as palavras “sinto muito, me perdoe, te amo, sou grato“. Tem gente que consegue até se curar de doenças com isso! Além de fazer uma faxina mental geral! A Cris Brightlight fez um série de seis vídeos falando sobre essa prática e a sua experiência, confiram clicando aqui! (Na playlist, está faltando um vídeo após o “HO’OPONOPONO TRADICIONAL“, vou deixar abaixo.).
– Tem o Yoga, que não posso comentar muito, pois, nunca pratiquei, mas que ajuda no expandir da consciência.

Devem existir infinitas outras formas que desconheço, é só dar uma pesquisada na internet ou no YouTube. Mas, cuidado, é sempre bom dar uma filtrada nas informações! Mesmo porque, o assunto é abrangente e puxa muitos outros assuntos interessantes, como outras entidades espirituais, extraterrestres, e por aí vai!

Falando nisso, quero discorrer rapidamente onde entram os E.T.s e os espíritos, nesse esquema todo que eu discorri. Bom, o que chamamos (de forma genérica) de extraterrestres, são seres de outros projetos (planetas), que estão em um estágio diferente, ou seja, possuem vivências distintas das nossas!

Já o plano astral e espiritual, nada mais são que planos próximos do nosso, onde vamos quando dormimos e quando desencarnamos, e são menos densas (não tem matéria como aqui, é um pouco diferente! Tanto que é possível plasmar coisas com a mente), onde é possível ter alguma influência aqui.

Reparem que em momento algum, eu utilizei o termo mais/menos “evoluído“, já que, não existe evolução espiritual! Não estamos evoluindo, e sim, lembrando do que já sabíamos e de quem somos! Portanto, coisas como pecado, o karma e o samsara não existem! São ilusões e, para quem está preso nelas, não conseguem realmente sair! Os verdadeiros grilhões são a nossa própria mente (ou ego), que está em contraposição com a nossa alma (essência).
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quarta-feira, 16 de maio de 2018

Vivemos em uma Realidade Paralela "MATRIX" e quem nos Controla?

Elon Musk acredita que somos personagens de videogame estilo Matrix de uma civilização avançada.
Em suas dimensões físicas e biológicas, o mundo em que vivemos manifesta sinais de uma lógica e intelecção profundamente marcantes, que vão muito além do que julgamos como mera aparência. Tal fato levou ao surgimento de teorias sobre uma origem mental de nossa realidade que não se restringem apenas a explicações religiosas. Lembram da teoria da panspermia de Francis Crick, o descobridor da molécula do DNA? Uma outra teoria, conforme o artigo que segue, sustenta que o mundo em que vivemos seria um ambiente virtual neurointerativo, projetado por mentes super avançadas. O grande problema dos críticos do design inteligente, uma outra teoria de origem inteligente da vida, é que eles sempre a associam à ideia de um criador sobrenatural, o Deus da Bíblia. Por causa disso acabam se fechando contra a ideia de que o nosso mundo foi projetado por uma inteligência. Eles podem até dizer que a ideia de uma criador sobrenatural não é científica. Entretanto, torna-se tarefa difícil dizer o mesmo sobre as hipóteses de que a vida foi semeada na terra por seres avançados ou que o mundo é produto de programadores siderais. Essas duas últimas são hipóteses bem racionais para a mente materialista. Mas eles sempre se esforçarão em rejeitar todas as hipóteses em conjunto, pois temem que, se aceitarem uma delas, as outras também alcancem certa credibilidade. Enfim, a questão não é a ausência de marcas de inteligibilidade no mundo, mas sim uma postura preconceituosa materialista que tenta se entrincheirar contra toda ameaça de intromissão do sobrenatural no mundo.

Para saber mais sobre a teoria defendida por Elon Musk, leia o artigo abaixo, do site Vox:

De longe, o melhor momento da Conferência de Código anual da Recode foi quando Elon Musk subiu ao palco e explicou que, embora pensemos que somos participantes de carne e sangue em um mundo físico, quase certamente somos entidades geradas por computador que vivem dentro de um ambiente  de videogame de  uma civilização mais avançada.

Não acredita em mim? Aqui está o argumento de Musk na íntegra:

"O argumento mais forte para nós estarmos em uma simulação provavelmente é o seguinte. Quarenta anos atrás, tivemos o pong. Dois retângulos e um ponto. Assim eram os jogos.

Agora, 40 anos depois, temos simulações 3D fotorrealistas, com milhões de pessoas a jogando simultaneamente, e está melhorando todos os anos. Em breve teremos realidade virtual, realidade aumentada.

Se você assumir qualquer taxa de melhoria, os jogos tornar-se-ão indistinguíveis da realidade, mesmo que essa taxa de avanço diminua em mil do que é agora. Então, apenas imaginemos 10.000 anos no futuro, o que não é nada na escala evolutiva.

Assim, dado que estamos claramente numa trajetória para ter jogos que serão indistinguíveis da realidade, e esses jogos podem ser jogados em qualquer console, PC ou o que quer que seja, e provavelmente haveria bilhões de tais computadores ou consoles, parece que as probabilidades de estarmos numa realidade básica são de uma em um bilhão."

Diga-me o que há de errado com esse argumento. Existe uma falha nesse argumento?

Isso veio em resposta a uma pergunta do jornalista Josh Topolsky, que pressionou Musk ainda mais. "O argumento faz sentido", disse Topolsky. "Mas o que você acha?"

"Há uma em bilhão de chance de estarmos em uma realidade básica", respondeu Musk. Ele continuou:

"Podemos esperar que isso seja verdade, porque se a civilização deixar de avançar, isso pode ser devido a algum evento calamitoso que apagua civilização. Então, talvez devêssemos esperar que esta seja uma simulação, porque, de outra forma, vamos criar simulações que não podem ser distinguidas da realidade ou a civilização deixa de existir. É improvável que entremos em uma estagnação de vários milhões de anos."

Nesta resposta, Musk está repetindo uma das minhas experiências de pensamento favoritas. Ele vem do artigo intitulado "Bem, você está em uma simulação de computador?" do filósofo Nick Bostrom. Você pode ler tudo aqui, mas o núcleo é mais ou menos como Musk o descreve:

"Uma coisa que as gerações posteriores podem fazer com seus computadores super poderosos é executar simulações detalhadas de seus antepassados ​​ou de pessoas como seus antepassados. Como seus computadores seriam tão poderosos, eles poderiam executar muitas dessas simulações.

Suponha que essas pessoas simuladas estejam conscientes (como seriam se as simulações fossem suficientemente finas e se uma certa posição amplamente aceita na filosofia da mente estiver correta). Então, poderia ser o caso que a grande maioria das mentes como a nossa não pertence à raça original, mas sim às pessoas simuladas pelos descendentes avançados de uma raça original. É então possível argumentar que, se fosse esse o caso, sería racional pensar que é provável sejamos mentes simuladas e não as biológicas originais. Portanto, se não pensarmos que estamos vivendo atualmente em uma simulação por computador, não temos o direito de acreditar que teremos descendentes que executarão muitas dessas simulações de seus antepassados. Essa é a idéia básica."

O argumento basicamente resolve três opções, a qual a Wikipedia resume assim:

"A fração de civilizações de nível humano que atingem um estágio pós-humano (ou seja, capaz de executar simulações de antepassados ​​de alta fidelidade) é muito próxima de zero", ou

"A fração de civilizações pós-humanas interessadas em executar simulações de antepassados ​​é muito próxima de zero", ou

"A fração de todas as pessoas com nosso tipo de experiências que vivem em uma simulação é muito próxima de uma".

Musk está escolhendo a terceira opção aqui. Vale ressaltar que Bostrom não compartilha da confiança de Musk. Ele disse que não vê nenhuma maneira óbvia de escolher entre as três opções:

Se (1) for verdade, então quase certamente irão extintos antes de alcançar a postinidade. Se (2) é verdade, então deve haver uma forte convergência entre os cursos de civilizações avançadas para que praticamente nenhum contém indivíduos relativamente ricos que desejam executar simulações de antepassados ​​e são livres para fazê-lo. Se (3) for verdade, então quase certamente viveremos em uma simulação. Na floresta escura de nossa ignorância atual, parece sensato compartilhar a credibilidade de uma pessoa de forma aproximada entre (1), (2) e (3).

Este é um papel divertido, e isso levou a muitos debates. Se quiser mergulhar profundamente, dirija-se ao site do argumento de simulação, e você pode passar dias explorando o debate. Para o que vale a pena, eu acompanho os críticos que pensam que as três opções não são realmente exaustivas: não vejo uma razão para acreditar que mesmo as civilizações muito avançadas irão facilmente simular a consciência.

Mas isso é exatamente o que uma consciência simulada que acredita que ela é um participante especial na realidade básica diria, não é?

Você pode assistir a mais conversas no segundo vídeo abaixo. O tema começa a ser abordado na marca 1:14:00.
Obs: Ative a legenda com tradução.
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