Bolivia TRINIDAD catalunia Angola portorico dominica Chile México India Israel malasia noruega Australia Mozambique colombia Equador Camboya Bulgaria Romenia Costa Guatemala Polonia Lanka Suiza Vietnam Panama Finlandia Belgica Tailandia Bhutan San Domingo Peru
Mostrando postagens com marcador catastrofe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador catastrofe. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de abril de 2018

Quando ocorrerá uma nova reversão dos polos magnéticos da Terra e como seremos afetados?

'Nosso campo magnético cria uma bolha protetora dentro da qual todos nós podemos viver', explica cientista.O planeta Terra é uma esfera rochosa que contém, em seu interior, ferro líquido incandescente, em constante movimento e carregado eletricamente.
Essas correntes elétricas geram um campo magnético que envolve o planeta e protege a Terra contra a radiação espacial - mais especificamente, do Sol.

Para se ter uma ideia da importância desse escudo protetor, basta observar o que acontece em outros planetas.

"Marte, por exemplo, tem um campo magnético muito fraco, por isso não tem muita atmosfera. Os ventos solares levaram embora toda a atmosfera do planeta. Essa é uma diferença crucial entre a Terra e Marte. Nosso campo magnético cria uma bolha protetora dentro da qual todos nós podemos viver", explica à BBC Brasil o geofísico Phil Livermore, professor e pesquisador da Universidade de Leeds, no norte da Inglaterra.

A "bolha protetora", no entanto, está sujeita a instabilidades e muda constantemente. Ao longo de sua história, o planeta Terra vivenciou centenas de episódios conhecidos como "reversões magnéticas", nos quais a bolha perde força e os polos magnéticos norte e sul trocam de lugar.

"Quando o núcleo da Terra está estável, sem grandes mudanças, a polaridade norte e sul se mantém. Mas, de repente, acontece alguma coisa, uma 'tempestade' no núcleo da Terra, que afeta esse equilíbrio", diz Livermore.

Segundo ele, as tempestades são como redemoinhos de líquido - tal qual as tempestades que ocorrem na atmosfera - associados a mudanças no campo magnético local.

"Basicamente, elas afetam o equilíbrio, assim como tempestades na atmosfera."

"Isso faz com que uma área de polaridade reversa cresça. Se essa área cresce o suficiente, (a polaridade de) todo o núcleo será revertida", afirma o especialista.

Também podem ocorrer reversões temporárias e incompletas, nas quais os polos magnéticos se distanciam dos polos geográficos. Às vezes, chegam a cruzar o Equador - e depois voltam para suas posições originais, conta Livermore.
Correntes elétricas geram um campo magnético que envolve o planeta e protege a Terra contra a radiação espacial

Quando será?
Para os especialistas, a questão é saber quando acontecerá a próxima reversão e como isso afetará a população.

Livermore e seus colegas calculam que uma nova reversão magnética é iminente. E baseiam suas suposições em algumas pistas.

Estudos indicam que o campo magnético da Terra vem encolhendo 5% a cada século. Durante uma reversão magnética, o campo protetor da Terra fica bastante reduzido, podendo chegar a apenas 10% de sua força.

Além disso, vestígios deixados por reversões magnéticas em rochas muito antigas mostram que as reversões acontecem algumas vezes a cada 1 milhão de anos.

A última reversão completa, a Brunhes-Matuyama, ocorreu há 780 mil anos. Uma reversão temporária, o evento Laschamp, aconteceu há 41 mil anos.

Com base nesses fatores, os cientistas concluíram que "está na hora" de acontecer mais uma reversão.

Mas não há motivo para pânico.

"O que sabemos é que a reversão não vai acontecer amanhã", diz Livermore.

"Só temos os vestígios deixados nas rochas como pista, mas, com base neles, calculamos que levou mil anos para (ocorrer a) a última reversão completa. Então, mesmo se ela começasse hoje, ainda levaria um bom tempo."
A boa notícia, segundo especialistas, é que a vida na Terra sobreviveu a centenas de reversões magnéticas ao longo da história do planeta
Por que então dizer que a próxima reversão é iminente? Mil anos, em escala humana, é muito tempo. Mas na escala da Terra, não significa nada, acrescenta o geofísico.

Sobrevivência humana
A boa notícia, segundo o especialista, é que a vida na Terra sobreviveu a centenas de reversões magnéticas ao longo da história do planeta.

"Humanos sobreviveram ao evento Laschamp (que não foi uma reversão completa) há 41 mil anos. Ele durou mil anos e a mudança na polaridade durou cerca de 250 anos", afirma.

Sem eletricidade e sem GPS
Em artigo publicado no site The Conversation, Livermore diz, no entanto, que não é possível saber ao certo o real impacto de uma reversão completa sobre a espécie humana, já que o homem moderno não existia durante a última reversão magnética completa, há quase 800 mil anos.

Mas os cientistas fazem algumas previsões.

As alterações no campo magnético da Terra durante uma reversão enfraquecerão seu efeito de escudo, levando a um aumento nos níveis de radiação na superfície da Terra.

Se isso acontecesse hoje, a radiação poderia afetar a frota de satélites de comunicações, aviões e a rede elétrica.

Sem satélites, sistemas bancários, meteorologia, comunicações, operações militares, tecnologias à base de GPS, tudo isso deixaria de funcionar.

Com a rede elétrica comprometida, sistemas de aquecimento, aparelhos de ar-condicionado, transportes, hospitais e indústrias também seriam afetados.

Animais que, supostamente, usam o campo magnético da Terra para orientação - como baleias e algumas espécies de pássaros - também seriam atingidos, sugerem alguns especialistas.
Radiação decorrente de mudanças no campo magnético poderia afetar a frota de satélites de comunicações, aviões e a rede elétrica
Além disso, sem o escudo protetor, ficaríamos muito mais vulneráveis às chamadas explosões solares (chamadas em inglês de "tempestades solares") que bombardeiam a Terra com energia vinda do Sol.

Em 2003, uma tempestade magnética batizada de Halloween Storm provocou apagões na Suécia e obrigou companhias aéreas a alterarem rotas de aeronaves para evitar os riscos causados pela radiação e problemas de comunicação. Satélites e sistemas de comunicação também foram afetados.

Previsão do tempo no núcleo da Terra
Os riscos associados às explosões solares preocupam os cientistas, em particular, aqueles que estudam o sol e tentam descobrir formas de "prever o tempo" solar.

Enquanto isso, geofísicos como Phil Livermore se dedicam a tentar entender o que acontece - e fazer a previsão do tempo - no interior do planeta Terra.

No total, 3 mil quilômetros de rocha nos separam do núcleo da Terra. No entanto, são as leis da física que regem o movimento do ferro líquido no núcleo do planeta.

Segundo Livermore, com base nessas leis, deveríamos ser capazes de monitorar esse movimento e prever o tempo lá embaixo - da mesma forma que fazemos a previsão do tempo real ao observarmos a atmosfera e o oceano.

Com base nessas observações, deveríamos então, a princípio, ser capazes de associar reversões no campo magnético do planeta a um tipo particular de tempestade no núcleo da Terra.

O pesquisador e sua equipe ainda estão longe de alcançar a meta, mas acreditam ter identificado uma "corrente marítima" no interior do planeta.

"Sabemos que o ferro líquido se move e que o movimento provoca mudanças no campo magnético. Ultimamente, tem havido muitas alterações no campo magnético perto do Polo Norte."

"Acreditamos que possam estar vinculadas a uma corrente", completa.

Essas correntes seriam como riachos de ferro líquido correndo dentro da massa de ferro incandescente.

"Sabemos que o núcleo da Terra está em constante movimento, mas nunca havíamos visto mudanças tão rápidas no campo magnético."

Mas como os especialistas concluíram isso? Para responder, Livermore recorre a uma metáfora:

"Imagine que há folhas flutuando na superfície de um rio. Quando as folhas se movem, sabemos que o que está se movendo, na verdade, é a água."

O rio, explicou o especialista, é o núcleo da Terra. E as folhas são partes do campo magnético.

"Não podemos ver o núcleo da Terra, mas se observamos algo que se move na superfície, podemos ver como o núcleo está se movendo."

"A ideia de um dia sermos capazes de prever o tempo no núcleo da Terra já não parece tão inatingível", conclui.
Mais um post by: EXTRATERRESTRE ONLINE

sábado, 23 de abril de 2016

Terremoto do Equador seria de Ordem Natural? Ou teria sido provocado por HAARP?

Os números são desoladores. O que aconteceu no Equador foi indescritível. Pior tragédia por terremoto em 67 anos. A partir daqui nós queremos saber se este terremoto foi de ordem natural ou teria sido provocado por HAARP. As famosas antenas capazes de projetar na ionosfera bilhões de ondas de rádio de alta frequência teriam sido acionadas provocando este terrível terremoto?
Assista estes dois vídeos e tire suas conclusões.
Mais um post by: EXTRATERRESTRE ONLINE

                                                Veja os Vídeos Abaixo:


                                                  Fonte:RIMBEL35


                                            Fonte:EricKEcua™

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Filme de Volta para o Futuro Previu o Ataque de 11 de Setembro, Aguarde 21 de outubro 2015!

Mensagens Subliminares - Filme de Volta para o Futuro de 1985 Previu o Ataque de 11 de Setembro, aguarde 21 de outubro 2015? Estava pesquisando na internet e me deparei com este vídeo com a teoria da conspiração que deixa qualquer um com a pulga atras da orelha.Seria só uma série de COINCIDÊNCIAS?
Ou Filmes tem a intenção de passar Mensagens SubliminaresVamos aguardar 21 de outubro de 2015, onde algum evento catastrófico poderá ocorrer, ou não.
Veja este incrível vídeo e tire suas próprias conclusões.
Ufólogo Ricardo.
Mais um post by:EXTRATERRESTREONLINE

                                              Veja o Vídeo Abaixo:



                                              Fonte:barelyHuman11

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

CATÁSTROFE À VISTA: Novo Asteroide, tem Grande Potencial de Atingir o Planeta Terra

O recém-descoberto asteroide 2014 UR116 poderia se aproximar a uma distância perigosa para a Terra a cada três anos e causar danos significativos, de acordo com os cientistas russos.
"Se esse corpo espaço cai na Terra, haverá uma catástrofe", disse o cientista russo Nikolai Chugai em uma entrevista a um  jornal russo .  Por agora, os cientistas são incapazes de determinar a data exata de sua  possível colisão  com a Terra porque pouco tempo se passou desde que o objeto que está sendo observado.
"Devemos segui-lo de forma consistente. Porque se você cometer um erro, haverá uma catástrofe. As consequências podem ser muito graves", disse o astrofísico russo Vladimir Lipunov um  documentário  publicado no site da agência espacial Roscosmos. O tamanho do asteróide se aproxima da Terra é de 370 metros, ou seja, 20 vezes maior do que o meteorito Chelyabinsk. O poder explosivo do asteroide,  descoberto  por cientistas russos em outubro, poderia tornar-se, se chocando com a Terra até 1.000 vezes a potência da explosão do  meteorito  que caiu em 15 de fevereiro de 2013, na região russa Urais.

Veja os Vídeos Abaixo:


                                                  Fonte:RT en Español


                                              Fonte:UFOVNI