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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

NASA revela por que terráqueos até hoje não encontraram alienígenas

A humanidade ainda não entrou em contato com civilizações alienígenas e não encontrou vestígios de vida extraterrestre porque a maior parte dos planetas potencialmente habitáveis faz parte da categoria de mundos aquáticos cobertos de gelo, disse cientista planetário e líder da missão New Horizons para Plutão, Alan Stern.

"Mundos aquáticos são um dos melhores ambientes para o nascimento de vida. Os clarões de supernovas, os meteoritos, mudanças climáticas e outros acontecimentos que podem eliminar a vida na Terra não os ameaçam", explicou Stern.
Nos anos 60 do século passado, o astrônomo norte-americano, Francis Drake, criou uma fórmula para calcular o potencial número de civilizações extraterrestres existentes.

Entretanto, o físico Enrico Fermi, em resposta a uma avaliação da probabilidade bastante alta de contatos interplanetários, prognosticada pela Equação de Drake, desenvolveu uma tese, conhecida agora como o Paradoxo de Fermi: se as civilizações extraterrestres são tão numerosas, por que a humanidade não observa nenhuma evidência delas?

Os cientistas buscaram resolver esse paradoxo de várias formas, o mais popular era a hipótese da "Terra única". Segundo ela, o surgimento dos seres inteligentes requer condições únicas, ou seja, uma cópia exata do nosso planeta. Outros astrônomos acreditam que seja impossível entrar em contato com os extraterrestres, pois civilizações galácticas vêm desaparecendo demasiadamente rápido para podermos detectá-las ou estão escrupulosamente escondendo sua presença da humanidade.

Stern propôs sua própria explicação do paradoxo Fermi, que não exige a existência de civilizações inteligentes ou justificação da unicidade da Terra.
Examinando as listas de exoplanetas que estão na chamada “zona habitável”, uma zona na órbita onde a água pode ficar em estado líquido, o cientista planetário da NASA notou que muitos planetas, parecidos à Terra, não são corpos celestes rochosos, mas mundos aquáticos. Eles podem ser completamente cobertos de água no estado líquido ou de gelo, debaixo do qual há um oceano semelhante aos dos satélites de Júpiter ou Saturno.

Segundo ele, as condições climáticas nesses planetas são mais favoráveis para o nascimento e desenvolvimento de vida. Stern disse que possivelmente a vida em tais planetas exista nas profundezas oceânicas.

"Habitantes dos mundos desse tipo até não suspeitam que no universo existam estrelas, espaço e outros planetas. Por isso nem eles nem nós sabemos da existência uns dos outros", concluiu o cientista.
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domingo, 30 de abril de 2017

Por que ainda não Encontramos Aliens "EXTRATERRESTRES"?

Na década de 50, um físico já questionava sobre esse assunto. Por isso, Enrico Fermi decidiu manifestar sua frustração por meio de suas indagações sobre o universo, e hoje, elas são conhecidas como o Paradoxo de Fermi.Para tentarmos desvendar este mistério que há tantos anos, instiga os seres humanos, vários cientistas desenvolveram teorias, na busca por respostas. E iremos conhecer algumas hoje. Por que ainda não encontramos Aliens  "EXTRATERRESTRES"? Veja também no post abaixo:

O Paradoxo de Fermi e Nossa Busca por Vida Extraterrestre
Paradoxo de Fermi é a aparente contradição entre as altas estimativas de probabilidade de existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências para, ou contato com, tais civilizações.
A idade do universo e seu vasto número de estrelas sugerem que, se a Terra é um planeta típico, então vida extraterrestre deveria ser comum.Discutindo essa ideia com colegas durante um almoço em 1950, o físico Enrico Fermi questionou por que, se um grande número de civilizações extraterrestres avançadas existem na galáxia Via Láctea, evidências como espaçonaves ou sondas não são vistas. Um exame mais detalhado das implicações deste tópico começou com um artigo de Michael H. Hart em 1975, no que é, às vezes, referenciado como paradoxo de Fermi-Hart. Outros nomes comuns para o mesmo fenômeno são a questão de Fermi ("onde eles estão"), o Problema de Fermi, o Grande Silêncio e silentium universi (Latin para "o silêncio do universo"; apesar de errada, a forma "silencium universi" também é comum).

Houve tentativas de resolver o paradoxo de Fermi tentando-se localizar evidências de civilizações extraterrestres, bem como propostas de que tal vida poderia existir sem o conhecimento humano. Argumentos contrários sugerem que a vida extraterrestre inteligente não existe, ou ocorre tão raramente que os humanos dificilmente farão contato com ela.

A partir de Hart, muito esforço foi feito no desenvolvimento de teorias científicas e modelos possíveis sobre a vida extraterrestre, e o paradoxo de Fermi se tornou um ponto de referência teórica em muitos desses trabalhos.Continuação do post no link abaixo:
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                                           Veja o Vídeo Abaixo:

           
                                                  Fonte:Fatos Desconhecidos

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Planeta X Nibiru existe e foi Visto em Vários Países! Por que EUA e NASA escondem Nibiru?

Nibiru o Planeta X existe e foi filmado em vários países enquanto os EUA, Brasil e Nasa esconde Nibiru da população! Veja reportagem da TV da Rússia e filmagens em vários lugares do mundo.
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                                             Veja o Vídeo Abaixo:



                                          Fonte:PLUTARCO

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Por que a China pretende criar um 'segundo sol' na Terra?

Por 102 segundos cientistas chineses conseguiu criar um sol artificial. Na verdade, o plasma foi três vezes mais quente que o núcleo da estrela. Qual é o objetivo específico da experiência?

Na semana passada, cientistas chineses  criaram  três vezes mais quente do que o sol do gás de aquecimento central pela queima de plasma de hidrogênio. Os investigadores aquecida hidrogênio até atingir cerca de 50 milhões de graus Celsius e de plasma de hidrogênio obtidos por mantendo a temperatura para 102 segundos. Em outras palavras, a China conseguiu para criar um sol artificial através da fusão nuclear. Qual é o propósito desta e semelhantes experiências?

Atualmente os cientistas estão muito interessados ​​em aprender a aproveitar a fusão nuclear. É o plasma de hidrogénio pode um dia ser explorada para proporcionar uma fonte virtualmente inesgotável de energia.

A ideia por detrás do experimento chinês é recriar fusão nuclear que ocorre nas estrelas, onde os núcleos atómicos colidem e fundem em conjunto para formar átomos de hélio, libertando grandes quantidades de energia. 

Em si mesmo, o processo ilustrado pela equipe usando anel - reactor em forma chamado Tokamak Experimental supercondutor avançado não gerar energia, mas é o primeiro passo para criar uma fonte de energia do futuro. A fusão nuclear que envolvem o uso de grandes quantidades de energia para criar uma reação de fusão, e deve manter por um longo tempo para sair mais energia do que foi colocado no início, explica o portal  Wired.co.uk . O objetivo dos experimentos é pena, porque é uma forma de barata , energia limpa, que não requer o uso de elementos extremamente raros.

Os investigadores Hefei, China, e gás hidrogénio aquecida controlada a temperaturas extremas, mantendo-o afastado das paredes do anel, utilizando alta potência imans.

Poucos dias antes de os chineses experimentar cientistas alemães realizaram um experimento, podendo chegar a uma temperatura de 80 milhões de graus Celsius, mas só poderia prendê-lo para um quarto de segundo.

A humanidade tem, até agora não conseguiu produzir energia de fusão por detonar bombas nucleares, mas a energia liberada nestas condições é muito destrutivo, enquanto a criação de um segundo sol é uma maneira muito mais rentável.
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                                                   Veja o Vídeo Abaixo:


                                            Fonte:Oneindia Hindi | वनइंडिया हिन्दी

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Por que a Lua está se afastando da Terra?

A Lua se afasta da Terra cerca de 4 cm por ano
Você certamente não percebeu, mas a Lua está se afastando de nós.
O satélite da Terra está atualmente 18 vezes mais longe do que quando se formou, há 4,5 bilhões de anos.
Sem a Lua, nosso planeta seria irreconhecível. Os oceanos quase não teriam marés, os dias teriam outra duração e nós poderíamos não estar aqui, de acordo com alguns cientistas que acreditam que a Lua foi fundamental para o início da vida em nosso planeta.
Leia mais: 'Também disseram que chegar à Lua era impossível', diz brasileira candidata a morar em Marte
Mas como esse afastamento nos afeta e com que rapidez ele está ocorrendo?
Distância exata
A Lua, como explica à BBC a pesquisadora Margaret Ebunoluwa Aderin-Pocock, do Departamento de Ciência e Tecnologia do University College de Londres, está se afastando da Terra a uma velocidade de 3,78 centímetros por ano.
Leia mais: O que saberemos sobre o espaço daqui a uma década?
E graças ao pouso na lua da missão Apollo, da Nasa, entre 1969 e 1972, podemos medir essa distância com incrível precisão.
Em três das missões, os astronautas deixaram no satélite unidades retrorefletoras cheias de pequenos espelhos.
Credito: ReutersDireito de imagem REUTERS

Os astronautas da missão Apollo deixaram pequenos espelhos no satélite que permitem medir a distância entre a Lua e a Terra
Desde então, os astrônomos têm disparado raios laser em direção a essas unidades refletoras, para manter um registro exato de o quanto a Lua está se afastando.
"Enviamos cerca de 100 quatrilhões de fótons com cada pulso de laser. Se tivermos sorte, para cada pulso que enviamos, volta (à Terra) um fóton", disse à BBC Russet McMilllan, do observatório astronômico científico Apache Point Observatory (APO, por sua sigla em Inglês), localizado nas montanhas de Sacramento, no Novo México (EUA).

Apesar de à primeira vista um fóton parecer pouco, ele é suficiente para medir a distância entre a Lua e da Terra até o seu último milímetro.
No momento em que a BBC conversou com McMillan, a distância exata era 393.499 km, 257 metros e 798 mm.

Por quê?
Esse afastamento se deve à fricção entre a superfície da Terra e a enorme massa de água que está sobre ela e faz com que, ao longo do tempo, a Terra gire um pouco mais lentamente sobre o seu eixo.
Para cada ação há uma reação igual e oposta. Esta é a terceira lei de Newton.
Crédito: Thinkstock Direito de imagem THINKSTOCK

À medida que o movimento da Terra diminui, o da Lua se acelera
A Terra e a Lua são unidas por uma espécie de abraço gravitacional. Então, à medida que o movimento da Terra diminui, o da Lua acelera.
E, quando algo que está em órbita acelera, essa aceleração o empurra para fora.

Efeito
A distância da Lua afeta nosso planeta de várias formas. Para começar, à medida em que a Terra gira mais devagar, os dias ficam mais longos.
Eles já estão mais longos, em dois milésimos de segundo a cada século.
Além disso, os invernos serão muito mais frios e os verões, muito mais quentes.
Isso pode ter um efeito devastador sobre a Terra, ante a dificuldade dos animais em se adaptar a extremos climáticos.
E se a força gravitacional da Lua torna-se mais fraca, as marés na Terra não serão tão acentuadas.
No entanto, mesmo sem a Lua, existiriam marés - ainda que suaves - pelo efeito do Sol.
No entanto, nenhuma dessas consequências deve preocupar: as mudanças são sutis demais para que possamos testemunhá-los.
A Lua nunca vai escapar da Terra. Mesmo que a Terra continue diminuindo sua velocidade, irá girar na mesma velocidade em que orbita a Lua. Nesse momento, a Terra e a Lua vão chegar a um equilíbrio e a Lua deixaria de se afastar.
Mas, muito antes que isso aconteça, o Sol vai se expandir até virar um gigante vermelho e engolir, no processo, a Terra e seu satélite.
Dito isso, não há necessidade de se preocupar. Ainda faltam cerca de 5 bilhões de anos para isso acontecer.
Fonte:http://www.bbc.com 
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                                                    Veja o Vídeo Abaixo:



                                                 Fonte:CANAL 1965