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quinta-feira, 4 de maio de 2017

Missão Apollo 8 captura enorme estrutura "Extraterrestre" no lado oposto da lua, NASA não se manifesta e DELETA as fotos do site!!

Descoberta em maio de 2016 - Já se passou exatamente um ano quando estas imagens vieram a público, até hoje a NASA não se pronunciou quanto o que poderia ser esta estrutura, além de não se pronunciar DELETOU do site sem dar a devida explicação da retirada das Imagens do site.
Tente acessar os links abaixo:
https://history.nasa.gov/ap08fj/photos/18-g/hr/as08-18-2908hr.jpg 
https://history.nasa.gov/ap08fj/photos/18-g/hr/as08-18-2907hr.jpg 
Uma enorme estrutura misteriosa aparece na superfície do lado distante da lua  na última imagem tirada da  revista de 70 mm G - AS08-18-2828 para a  série 2908 da missão Apollo 8 e foi tomada após a Trans Earth Ejection (TEI) ) Entre 25 e 27 de dezembro de 1968, e só aparece nesta última imagem ...O que poderia ser essa enorme e misteriosa estrutura?  Alguma ideia? (FONTE)
Esta foi a notícia em maio de 2016, veja no link abaixo a foto do site Lunar and Planetary Intitute.
http://www.lpi.usra.edu/resources/apollo/frame/?AS08-18-2908  neste site ainda não deletaram a foto.
Veja mais fotos abaixo:

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Veja o Vídeo Abaixo:


                                            Fonte:MisteriosOcultosTv

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Por que a Lua está se afastando da Terra?

A Lua se afasta da Terra cerca de 4 cm por ano
Você certamente não percebeu, mas a Lua está se afastando de nós.
O satélite da Terra está atualmente 18 vezes mais longe do que quando se formou, há 4,5 bilhões de anos.
Sem a Lua, nosso planeta seria irreconhecível. Os oceanos quase não teriam marés, os dias teriam outra duração e nós poderíamos não estar aqui, de acordo com alguns cientistas que acreditam que a Lua foi fundamental para o início da vida em nosso planeta.
Leia mais: 'Também disseram que chegar à Lua era impossível', diz brasileira candidata a morar em Marte
Mas como esse afastamento nos afeta e com que rapidez ele está ocorrendo?
Distância exata
A Lua, como explica à BBC a pesquisadora Margaret Ebunoluwa Aderin-Pocock, do Departamento de Ciência e Tecnologia do University College de Londres, está se afastando da Terra a uma velocidade de 3,78 centímetros por ano.
Leia mais: O que saberemos sobre o espaço daqui a uma década?
E graças ao pouso na lua da missão Apollo, da Nasa, entre 1969 e 1972, podemos medir essa distância com incrível precisão.
Em três das missões, os astronautas deixaram no satélite unidades retrorefletoras cheias de pequenos espelhos.
Credito: ReutersDireito de imagem REUTERS

Os astronautas da missão Apollo deixaram pequenos espelhos no satélite que permitem medir a distância entre a Lua e a Terra
Desde então, os astrônomos têm disparado raios laser em direção a essas unidades refletoras, para manter um registro exato de o quanto a Lua está se afastando.
"Enviamos cerca de 100 quatrilhões de fótons com cada pulso de laser. Se tivermos sorte, para cada pulso que enviamos, volta (à Terra) um fóton", disse à BBC Russet McMilllan, do observatório astronômico científico Apache Point Observatory (APO, por sua sigla em Inglês), localizado nas montanhas de Sacramento, no Novo México (EUA).

Apesar de à primeira vista um fóton parecer pouco, ele é suficiente para medir a distância entre a Lua e da Terra até o seu último milímetro.
No momento em que a BBC conversou com McMillan, a distância exata era 393.499 km, 257 metros e 798 mm.

Por quê?
Esse afastamento se deve à fricção entre a superfície da Terra e a enorme massa de água que está sobre ela e faz com que, ao longo do tempo, a Terra gire um pouco mais lentamente sobre o seu eixo.
Para cada ação há uma reação igual e oposta. Esta é a terceira lei de Newton.
Crédito: Thinkstock Direito de imagem THINKSTOCK

À medida que o movimento da Terra diminui, o da Lua se acelera
A Terra e a Lua são unidas por uma espécie de abraço gravitacional. Então, à medida que o movimento da Terra diminui, o da Lua acelera.
E, quando algo que está em órbita acelera, essa aceleração o empurra para fora.

Efeito
A distância da Lua afeta nosso planeta de várias formas. Para começar, à medida em que a Terra gira mais devagar, os dias ficam mais longos.
Eles já estão mais longos, em dois milésimos de segundo a cada século.
Além disso, os invernos serão muito mais frios e os verões, muito mais quentes.
Isso pode ter um efeito devastador sobre a Terra, ante a dificuldade dos animais em se adaptar a extremos climáticos.
E se a força gravitacional da Lua torna-se mais fraca, as marés na Terra não serão tão acentuadas.
No entanto, mesmo sem a Lua, existiriam marés - ainda que suaves - pelo efeito do Sol.
No entanto, nenhuma dessas consequências deve preocupar: as mudanças são sutis demais para que possamos testemunhá-los.
A Lua nunca vai escapar da Terra. Mesmo que a Terra continue diminuindo sua velocidade, irá girar na mesma velocidade em que orbita a Lua. Nesse momento, a Terra e a Lua vão chegar a um equilíbrio e a Lua deixaria de se afastar.
Mas, muito antes que isso aconteça, o Sol vai se expandir até virar um gigante vermelho e engolir, no processo, a Terra e seu satélite.
Dito isso, não há necessidade de se preocupar. Ainda faltam cerca de 5 bilhões de anos para isso acontecer.
Fonte:http://www.bbc.com 
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                                                    Veja o Vídeo Abaixo:



                                                 Fonte:CANAL 1965

sexta-feira, 27 de maio de 2016

EUA - Homem teria Pisado em Marte em 1962 se Utilizando de Tecnologia Alienígena? (VÍDEO)

Pesquisei bastante e analisei com cuidado esse vídeo e não me parece ser falso. Tudo me leva a crê que seja real.Fiz um melhoramento no vídeo e passei pro formato FULL HD para melhor visualização. Esse vídeo foi ao ar, pelo Canal Anglia Television na Inglaterra em 1977.
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                                              Veja o Vídeo Abaixo:


                                                Fonte:A Toca do Coelho

sábado, 9 de abril de 2016

Missão Russo-Europeia decola rumo a Marte Revelando Tecnologia Alien de camuflagem?

Veja esta foto que encontrei do recente lançamento de um foguete da ESA a Marte do Cazaquistão. A seção superior que carrega o próprio satélite é camuflada por um momento, como se auto ativasse um dispositivo de camuflagem alienígena. A evidência de que isto é real e não uma falha é que não há mais do que uma fotografia que fora documentada. 



Negativo da Foto

Esta é uma evidência de que a ESA está usando a tecnologia de camuflagem em seus satélites para defendê-los como eles vão para a órbita de Marte. Agora a grande questão, porque  um satélite precisa de camuflagem para protegê-lo em órbita de Marte? Quem ou o que iria tentar destruí-lo? 
Scott C. Waring 
Como vai ser a missão:

"Estamos no caminho a Marte. Excelente", declarou à Agência EFE o diretor-geral da ESA, Jan Wörner, logo após a decolagem.

O lançamento aconteceu sem incidentes e espera-se que o foguete Protón-M chegue a Marte em outubro, quando a cápsula espacial se dividirá em duas partes.

O satélite Trace Gas Orbiter (TGO) se dedicará a estudar os gases da atmosfera marciana, enquanto o módulo Schiaparelli pousará na superfície desse planeta para validar a tecnologia de aterrissagem para a segunda e mais complexa parte do programa, ExoMars 2018.

Os cientistas europeus e russos, que estão desde 2000 perfilando a missão, terão que esperar sete meses para confirmar que a missão se desenvolve segundo seus cálculos e chegue ao quarto planeta do sistema solar quando Marte estiver cerca de 145 milhões de quilômetros da Terra.

Mas os primeiros sintomas de alívio chegarão nove horas depois do lançamento, quando o módulo superior da nave se descolar dos últimos propulsores e enviar à Terra o primeira sinal que confirme que se encontra em rota para seu destino.

Depois, a nave continuará sua viagem até o planeta vermelho e, uma vez em suas imediações, expulsará a sonda Schiaparelli, um laboratório de 600 quilos que atravessará a atmosfera marciana, se desprenderá de seus escudos de proteção e cairá na superfície ajudada por um paraquedas e um sistema de propulsão líquida.

Uma vez em seu destino, a região marciana Meridiani Planum, o módulo analisará algumas características básicas de seu anfitrião, como a pressão e a temperatura, embora seu verdadeiro êxito consistirá em aterrissar de maneira controlada no planeta vizinho.

Seria assim um marco na história da exploração europeia de Marte pois o único precedente, o Beagle do Reino Unido e a ESA de 2003, fracassou ao chegar porque dois de seus quatro painéis solares não conseguiram se desdobrar e bloquearam sua antena de comunicações.

Se conseguir pousar com sucesso em solo marciano e enviar informação aos centros de controle terrestre, Schiaparelli validará parte da complexa tecnologia de aterrissagem, que servirá para que a missão ExoMars 2018 mande a Marte um veículo "rover" capaz de se deslocar vários quilômetros e de escavar até dois metros sob terra para coletar e analisar mostras.

Schiaparelli terá uma vida útil de entre dois e oito dias marcianos (um dia marciano tem 24 horas e 37 minutos) e seu blecaute marcará o início da missão de seu companheiro de viagem, o TGO.

Esse orbitador sobrevoará Marte a 400 quilômetros de altitude durante quatro anos, com o objetivo de estudar a presença de metano e outros gases na atmosfera marciana, esclarecer se sua origem é geoquímica, vulcânica ou biológica e quais são suas fontes de emissão.

O TGO se dedicará também a elaborar mapas do hidrogênio presente no subsolo de Marte "que podem ajudar a escolher os lugares de aterrissagem de futuras missões, pois podem indicar reservas ocultas de gelo de água", explicaram os responsáveis da ESA.
Fontes:
noticias.terra.com.br 
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                                             Veja o Vídeo Abaixo:


                                           Fonte:RT France

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

De Volta Para a Lua - A Nova Corrida Espacial !!

Antes do final da próxima década os astronautas da NASA irão novamente explorar a superfície da Lua. E desta vez, vamos ficar construindo postos avançados e abrindo caminho para eventuais viagens a Marte e além.Esta viagem começa em breve com o desenvolvimento de uma nova nave espacial. Aproveitando o melhor da Apollo e tecnologia de transporte, a NASA  criara um sistema de exploração do século 21 que será acessível, confiável, versátil e seguro.A peça central deste sistema é uma nova nave espacial projetada para transportar quatro astronautas para  lua, suportar até seis membros da tripulação a futuras missões a Marte e entregar tripulação e suprimentos para a Estação Espacial Internacional.O novo veículo da tripulação será a forma de uma cápsula Apollo, mas será três vezes maior, permitindo quatro astronautas para viajar a lua de cada vez. [NASA] No Vídeo abaixo ative a legenda com tradução.
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                                                 Veja o Vídeo Abaixo:


                                          Fonte;Google Lunar XPRIZE

terça-feira, 20 de outubro de 2015

SURPREENDENTE - Avistamentos, Contatos, Extraterrestres, Aliens, Ovnis Reais (VÍDEO)

Correção de erro de edição (min: 04:40): Napoleão Bonaparte desapareceu quando ele tinha 25 anos. Em julho de 1974 foram examinados restos de esqueletos onde encontraram o microchip.

Tópicos:
Avistamentos durante a missão Apollo XI
Aliens e egípcios
A tribo de Dogon e extraterrestres
Microchip Napoleão Bonaparte
Batalha UFO em Los Angeles
Wow sinal
Nikola Tesla e extraterrestres
Realmente um vídeo SURPREENDENTE.
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                                              Veja o Vídeo Abaixo:


                                                 Fonte:Nix Matic

sábado, 25 de julho de 2015

Vamos chegar logo a Marte? Ou só vamos alcançar a Lua?

A NASA GARANTE QUE VAI ENVIAR ASTRONAUTAS PARA MARTE ATÉ 2018... 
(FOTO: LAMBUJA)

Apesar de todo o entusiasmo com uma possível missão para Marte, o que cabe no bolso da Nasa é o inevitável retorno de astronautas à superfície lunar — talvez já na próxima década.

Uma passadinha pelo site da Nasa enfatiza que a agência espacial norte-americana está numa “Jornada para Marte”, ou seja, em preparação para uma futura viagem tripulada ao planeta vermelho. O primeiro passo dessa missão seria o desenvolvimento da cápsula Órion e do foguete gigante SLS — veículos projetados para levar seres humanos até as imediações... da Lua.

Pois é, a despeito de todas as apresentações de PowerPoint e do entusiasmo geral por uma viagem a Marte, não existe muito mais que isso até agora no plano da Nasa. No mês de maio, o JPL (Laboratório de Propulsão a Jato) apresentou pela primeira vez num evento público o que seria um rascunho de uma arquitetura que viabilizaria a chegada a Marte. Ainda assim, Firouz Naderi, diretor de exploração do sistema solar no laboratório, realçou que era apenas um estudo inicial, para provar que é possível desenvolver um programa de exploração tripulada de Marte que caiba no orçamento anual da Nasa — cerca de US$ 18 bilhões por ano — e que seja capaz de colocar astronautas na superfície de Fobos (uma das luas marcianas) em 2033 e depois, finalmente, no empoeirado chão do planeta vermelho, em 2038.

A estratégia bolada pelo JPL é tão minimalista quanto possível, usando coisas já em desenvolvimento pela agência espacial norte-americana — como um rebocador espacial capaz de movimentar carga entre as órbitas da Terra e de Marte com propulsão alimentada por painéis solares — e módulos de habitação compactos. O problema do módulo de pouso em Marte — um dos maiores desafios de toda a missão — seria deixado para mais adiante. Após esse estudo, segundo Naderi, a Nasa acredita que conseguirá cumprir a meta estabelecida em abril de 2010 pelo presidente Barack Obama, de fazer tudo isso acontecer até meados da década de 2030.

Analistas independentes, contudo, não são tão otimistas. Uma estimativa recente feita por O. Glenn Smith, ex-gerente de engenharia de sistemas dos ônibus espaciais da Nasa, e Paul D. Spudis, cientista lunar norte-americano, sugere que o custo seria muito superior ao estimado pelo JPL. Eles comparam a iniciativa ao que se deu durante o programa Apollo, que levou astronautas norte-americanos à Lua entre 1968 e 1972. “Mandamos nove tripulações Apollo à Lua (seis pousaram). Se mandarmos nove tripulações a Marte, a conta total chegará a cerca de US$ 1,5 trilhão”, afirma a dupla. “O orçamento anual da Nasa teria de ser aumentado gradualmente até chegar a US$ 54 bilhões.”
... MAS A VERDADE É QUE A GRANA ESTÁ CURTA E SÓ VAI DAR PARA VOLTAR PARA A LUA MESMO (FOTO: LAMBUJA)

basicamente o que sobrou do Programa Constellation, elaborado durante o governo de George W. Bush para promover um retorno à Lua — o objetivo oficial da Nasa até Obama chegar à Casa Branca. A cápsula Órion, por exemplo, só tem autonomia de 21 dias no espaço. Isso dá e sobra para ir e voltar da Lua (ida e volta consomem cerca de sete dias), mas é muito pouco para uma viagem a Marte (oito a dez meses).

Na prática, isso significa que, apesar de todo o alarde da promoção da viagem a Marte, o que veremos na próxima década é o quase certo retorno de seres humanos ao satélite natural da Terra. Se você escarafunchar na própria documentação da Nasa, vai descobrir exatamente isso. Por exemplo: o primeiro voo de teste a ser realizado por uma cápsula Órion e um foguete SLS, marcado para 2018, ainda sem tripulação, terá como roteiro uma volta ao redor da Lua. O segundo voo, para 2021, aí já com astronautas, repetirá exatamente o mesmo itinerário. E a ideia — ainda trepidante na Nasa e com baixa receptividade no Congresso norte-americano — de visitar um asteroide em 2025, antes da ida a Marte, também passa pela Lua.

Até o administrador da Nasa Charles Bolden admite que, antes de chegarmos ao planeta vermelho, teremos de passar uma temporada no espaço cislunar — os arredores da Lua. “Temos uma meta, um cronograma. Humanos em Marte, ou no ambiente marciano, nos anos 2030. Mas é uma longa e difícil caminhada”, disse Bolden a GALILEU. “É uma abordagem incremental. Vamos passar de cinco a dez anos longe da órbita terrestre baixa, no espaço cislunar.”

Parece quase uma trapaça. Obama disse em 2010 que iríamos a um asteroide como preparação para a longa jornada marciana. Faz sentido, já que podemos visitar algum asteroide cuja órbita fique a meio caminho entre a Terra e Marte e, assim, testar nossa habilidade de fazer voos interplanetários sem percorrer todo o trajeto até o planeta vermelho. Mas a Nasa descobriu que não teria como pagar nem isso, e propôs o desenvolvimento de um rebocador não tripulado que possa trazer um asteroide até — você adivinhou! — a órbita da Lua, para que então seja visitado por astronautas. Esse é o plano que a agência espacial tenta executar agora.
 A Agência Espacial Europeia (ESA) também tem como objetivo enviar astronautas a Marte. Mas o novo diretor-geral da ESA, Johann-Dietrich Wörner, já manifestou publicamente seu interesse pela Lua. “Parece apropriado propor uma base permanente na Lua como sucessora da Estação Espacial Internacional”, declarou. Os russos igualmente querem enviar seus cosmonautas à Lua, e buscam uma parceria com os chineses, que, por sua vez, passaram a última década desenvolvendo o próprio programa lunar e estão a um passo de realizar seu primeiro retorno robótico de amostras do solo do nosso satélite natural, marcado para 2017. 

Diante de tudo isso, os norte-americanos não têm como ignorar que o próximo passo de seu programa tripulado acabará sendo o retorno à Lua. Primeiro em missões orbitais, depois em pousos na superfície. É o que pensam também empreendedores como as norte-americanas SpaceX e Bigelow Aerospace, que querem ir a Marte (e provavelmente chegarão lá bem antes da Nasa), mas sabem que tudo começa na Lua. Muita coisa incrível deve acontecer na próxima década, mas as pegadas humanas que veremos então em outro corpo celeste prometem ser cinzentas — e não vermelhas.

1957 • União Soviética lança o primeiro satélite artificial em órbita, o Sputnik, e inicia a corrida espacial. Dois anos depois, a primeira sonda a fotografar a Lua de perto foi a russa Luna 1

1961 • Os soviéticos colocam o primeiro homem no espaço e, em resposta, o presidente norte-americano John F. Kennedy estabelece o objetivo de levar astronautas à Lua até o fim da década

1969 • “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade”, disse Neil Armstrong, o primeiro a pisar na Lua, na missão Apollo 11

1972 • A Apollo 17 realiza o último pouso lunar tripulado do século 20, e os norte-americanos encerram o programa, após a vitória na corrida espacial contra a União Soviética

2004 • O presidente norte-americano George W. Bush determina que a Nasa prepare o plano de retorno de astronautas à superfície lunar, no programa Constellation

2010 • Barack Obama decide mudar o foco do programa para o envio de astronautas a Marte, mas disputas com o Congresso mantêm em desenvolvimento a cápsula Órion, a última remanescente do projeto lunar

2015 • O novo diretor-geral da ESA (Agência Espacial Europeia), Johann-Dietrich Wörner, diz que uma base lunar tripulada deveria ser o projeto a suceder a Estação Espacial Internacional

2018 • Primeiro voo de teste da cápsula norte-americana Órion, acoplada ao foguete SLS, a levará à órbita da Lua

                                           Veja o Vídeo Abaixo:


                                               Fonte:mediafusioninc

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

UFOS Brilhantes Observaram a Missão Gemini 12

Imagens incríveis graças ao canal Streetcap1 que descobriu estas naves espacias, nos observando, monitorando nosso potencial em viagens espaciais. Esta bela imagem que vocês podem observar no link abaixo foi capturada em 1966, realmente eles nos acompanham em nossa evolução o tempo todo. Link foto original abaixo, após abrir a imagem de um clique para ampliar a foto:

                                               Veja o Vídeo Abaixo:


                                                    Fonte:Streetcap1

sábado, 29 de novembro de 2014

O que os Astronautas, Armstrong e Aldrin Viram ao Pousar Na Lua em 1969?

O relato dos astronautas americanos protagonistas da façanha.

“É segredo mais bem guardado pela NASA,durante mais de cinquenta anos da corrida espacial”, Buzz Aldrin no suposto encontro com um OVNI.
Aldrin foi o segundo homem a pisar na Lua, em 20 de julho de 1969, minutos depois de Neil Armstrong fez, na histórica missão  Apolo XI, bem como Michael Collins.
Os astronautas comunicaram ao centro de controle da Nasa em Houston, Estados Unidos, uma nave supostamente “hemisférica” os escoltara até pousarem na lua.
Ele acrescentou que a NASA provavelmente exigiu que guardassem segredo para evitar que o sucesso fizesse “sombra lançada ao super-objetivo da missão Apolo XI: chegar à Lua antes da União Soviética, seu grande concorrente na corrida espacial”. 

Veja uma das Transcrições abaixo:

Armstrong: Ah! O que é isto? 
Aldrin: Temos alguma explicação para isto? 
Houston: Não temos, não se preocupem, continuem seu programa! 
Armstrong: Oh, garoto, é… é… é algo realmente super fantástico aqui… você… você nunca poderia imaginar isto! 
Houston: Entendido, nós sabemos sobre isso, você pode ir para o outro lado? Volte para o outro lado! 
Armstrong: Bem, há algo como um topo lá em cima com uma coisa bem espetacular… ah meu Deus! O que é aquilo lá? É tudo que eu quero saber! Que diabos é aquilo? 
Houston: Vá para Tango, Tango! 
Armstrong: Ah! Há agora algo como uma luz lá! 
Houston: Entendido, nós sabemos, perdendo comunicação… Bravo Tango, Bravo Tango, selecione Jezebel, Jezebel! 
Armstrong: … sim… ah!… mas isto é inacreditável! 
Houston: Nós o chamamos, Bravo tango, Bravo Tango!

                                             Veja o Vídeo Abaixo:


                                         Fonte:rochajose Duca Rocha

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Lunar Mission One: A missão mais inspiradora para a Lua desde as aterrissagens da Apollo

Bem-vindo ao Lunar Mission One, o projeto Lua mais inspirador desde as aterrissagens da Apollo. 
A Missão será entregue pela Lunar Missions Ltd e é apoiada por alguns dos organismos e instituições mais proeminentes da ciência, da educação e do espaço, incluindo assessores técnicos, RAL Espaciais (que foram mais recentemente envolvido no desenvolvimento de instrumentação para o Rosetta Philae Lander).

O que é Lunar Mission One?
Lunar Mission One enviará um módulo de aterrissagem robótico não tripulado para o Pólo Sul da Lua. - Uma área inexplorada por missões anteriores A missão irá utilizar tecnologia pioneira para perfurar até uma profundidade de pelo menos 20m - 10 vezes mais profundas do que jamais foi perfurado antes - e potencialmente tão profundo quanto 100m. Ao fazer isso, vamos acessar rocha lunar que remonta até 4,5 bilhões de anos para descobrir a composição geológica da Lua, o relacionamento antigo que compartilha com o nosso planeta e os efeitos do bombardeio de asteroides. Em última análise, o projeto vai melhorar a compreensão científica do sistema precoce solar, a formação do nosso planeta e da Lua, e as condições que iniciaram a vida na Terra.

Lunar Mission One tem três objectivos principais
Para usar a tecnologia robótica pioneiro para promover significativamente a nossa compreensão das origens e evolução da Lua e da Terra, e para preparar o caminho para futuras missões lunares
Para lançar um projeto de educação global para inspirar uma nova geração de crianças e jovens de todo o mundo a ficar animado sobre o espaço, ciência, engenharia e tecnologia
Para criar um registro abrangente da história da humanidade e da biosfera da Terra

Quem somos nós?

Ian Taylor-Ian Taylor - Presidente, Missões lunares Ltd
Ian Taylor MBE foi um Partido Conservador britânico membro do Parlamento 1987-2010, e foi Ministro da Ciência, Tecnologia e Espaço do Departamento de Comércio e Indústria (1994-1997). Em 2008, Ian Taylor ganhou a Arthur C. Clarke Award por seu desempenho individual na promoção Space and Science. Ian foi presidente da Comissão Parlamentar e Científico por três anos, co-presidente da Comissão Parlamentar de espaço e, em 2009, ele presidiu o Inter Europeia Conferência Espacial -Parliamentary. Atualmente é Presidente do Grupo Diretor da Academia Nacional do Espaço e senta-se em Ciência e Tecnologias Instalações Conselho do Governo. Ele também tem sido um conselheiro do programa Integrated Applications da Agência Espacial Europeia.


david sm ferroDavid Ferro - Fundador, Missões lunares Ltd e Lunar Mission Confiança
David Ferro é um ex-oficial da Marinha Real de Engenharia e conselheiro de instituições nacionais de investimento que, como consultor especialista em parcerias público / privado, aconselhou sobre o financiamento de cerca de 150 projetos de tecnologia com experiência particular no setor espacial. David originou a estrutura comercial e financeira para o serviço do Reino Unido 5 PFI R $ 2,5 bilhões Skynet militar de comunicações por satélite, e foi o conselheiro PPP liderança à Comissão Europeia para o seu programa de navegação por satélite Galileo € 8 bilhões. David tem recentemente vindo a trabalhar sobre a comercialização e financiamento da exploração espacial internacional, cobrindo política e projetos, desde a ciência para vôo espacial tripulado, para o futuro programa espacial internacional.

Angela-LamontAngela Lamont - Diretor, missões lunares Ltd
Angela é uma produtora de ciência, apresentadora, radialista e escritora com experiência mais de 20 anos. Com um grau de primeira classe em TI, Angela originalmente trabalhou como analista de sistemas e gerente de TI de várias empresas, incluindo IBM, antes de ser escolhido para apresentar o prestigiado Faraday Palestras em 1992. Ela, então, passou a trabalhar na BBC Television por oito anos, ao mesmo tempo de antena na rádio 4, Radio 5 Live and The World Service. Com mais de 200 programas de radiodifusão em seu currículo, ela agora produz vídeo curto forma, recentemente a fazer filmes no domínio da fusão nuclear, a política de ciência, habitáveis ​​Cidades e nanotecnologia.

                                            Veja o Vídeo Abaixo:


                                           Fonte:Lunar Mission One

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

NASA: lançou uma Animação que descreve a futura Missão da Osiris-Rex, "Viagem Bennu"

NASA lançou uma animação que descreve a futura missão da Osiris-Rex terá como objetivo a sonda pousar no asteroide em 2018 Bennu, estudando a sua superfície e retornar à Terra em 2023.
A animação "Viagem Bennu" de  NASA , a 6 minutos, mostrando a formação e evolução dos mais perigosos para a Terra de asteróides e descreve a missão espacial, que tem como objectivo recolher amostras e superfície cartagrofiar. A sonda automática NASA, chamado Osiris-Rex, está programado para decolar no outono de 2016 em 2018 para pousar no asteróide 1999 RQ36, recentemente rebatizado em honra Bennu uma antiga divindade egípcia equivalente ave Fenix, e retornar à Terra cinco anos depois.
© NASA

Seu objetivo envolve o fornecimento de amostras científicas e imagens da superfície a partir da qual para realizar um inventário dos materiais que estavam presentes no início da sua formação, e tentar obter mais dados sobre a formação do  sistema solar.
"Porque nós somos capazes de trazer material de volta para a Terra, podemos fazer uma análise muito mais profunda do que a realizada pelos instrumentos de uma  sonda  espacial ", disse Edward Beshore, professor da Universidade do Arizona.

© NASA

Esta  rocha espacial , cujo diâmetro é de 500 metros, é considerado a mais perigosa para o nosso planeta do que as atualmente conhecida como corpo celeste que tem uma probabilidade muito elevada (1 em 2500) de colisão com a Terra de volta o ano de 2182. 

                                                            Veja o Vídeo Abaixo:


                                              Fonte:NASA Goddard