Não são poucos os casos de pessoas que afirmam ter sido abduzidas, alegando contato direto com alienígenas. Mas talvez nenhuma delas tenha uma história tão bizarra quando a de Niara Terela Isley.
Oficial aposentada da US Air Force, dos Estados Unidos, ela afirma não só que foi abduzida, mas que isso acontecia todas as noites, descrevendo cenas de horrores que se repetiam toda noite no mesmo lugar.
Segundo ela, alienígenas com formato de répteis a encontravam todas as noites e a levavam para a Lua. Lá, ela afirma que era estuprada e devolvida logo após o sexo forçado para o local de onde havia sido tirada.
De acordo com as informações da própria mulher, os estupros aconteciam em uma espécie de cerimônia na qual ela era a “atração principal”. Além dos estupradores, estavam, segundo o relato, centenas de alienígenas que assistiam à cena muito empolgados.
A história macabra, conta ela, aconteceu em um tempo no qual ela trabalhou em um local militarmente restrito nos Estados Unidos. Niara foi, durante anos, funcionária do Tonopah Test Range (foto acima), área onde poucas pessoas podem entrar.
A ex-funcionária da Aeronáutica norte-americana afirma que a situação se repetiu por meses. Ela conta que foi abduzida cerca de dez vezes quando tinha 25 anos. Hoje aposentada, conta que os incidentes teriam parado de acontecer ainda nos anos 80, quando eles começaram.
Além do sexo forçado, Niara diz que foi obrigada a usar seus conhecimentos para realizar trabalhos com máquinas para os alienígenas. Por conta disso, ela afirma que lembra bem da aparência deles: parecidos com répteis e inteiramente cinzas.
Por fim, a norte-americana ainda conta que não estava sozinha nesses cerimoniais. Segundo ela, no chamado “lado negro da Lua” esse é um tipo de rito comum praticado pelos extraterrestres utilizando humanos como vítimas.
Alguns disseram que o homem NUNCA havia pisado na lua, que a Apollo XI foi um truque, uma mentira, porque nos anos 60 não existia nenhuma TECNOLOGIA com chance de construir uma nave para viajar à Lua com tripulação HUMANA... OUTRAS teorias é que trouxeram pedras brilhantes dali, NADA MAIS ... Ambas as teorias Estão ERRADAS ... Mas o certo é que foram encontradas mais do que apenas rochas e pedras ...Veja este incrível vídeo e tire suas conclusões.
Caçadores EXTRATERRESTRES uma anomalia recém-encontrada em fotografias tiradas durante os pousos na Lua da Apollo 15 poderia ser a prova de que eles estavam procurando, que os astronautas da NASA não estavam sozinhos durante a missão.
Um vídeo intitulado "UFO no Monte Hadley" foi postado no YouTube por canal paranormal Streetcap 1, centrado em torno da imagem de 1971.Ele mostra ao fundo da imagem oficial da NASA disponível para visualização on-line, uma forma estranha no fundo.Scott C Waring, editor de UFO Sightings diário, disse: "Este UFO foi encontrado em uma imagem Apollo 15 durante o seu passeio na lua.Link da foto original da NASA clique aqui
Ocultar dados sobre a exploração lunar, parece que agora virou rotina, como eu disse a um membro do pessoal contratado pela NASA, "Não é que vocês estão escondendo alguns fatos é que vocês escondem Tudo", desta vez vamos falar sobre um fluido estranho que foi observado na década de 70 pela missão Apollo 15 e que têm conservado e mantido em silêncio.
Por que esconder todas essas descobertas?
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Os astronautas da missão Apollo 17, foram frequentemente seguidos durante o voo espacial à Lua, por muitos objetos desconhecidos. A maioria deles admitiu ter visto UFOs enquanto eles estavam em órbita.
Lembramos aos leitores que Apollo 17 era a missão tripulada décima primeira e última no programa espacial norte-americano Apollo pela NASA. O lançamento da transportadora Saturn V teve lugar em Cabo Canaveral em 07 de dezembro de 1972 em 05:33:00 UTC levando o comandante Eugene Cernan, do Módulo de Comando piloto Ron Evans eo piloto do módulo lunar Apollo Harrison Schmitt. Este é o voo tripulado mais recente para além da órbita baixa da Terra e a primeira noite de lançamento de todo o programa.
Mesmo durante os muitos avistamentos de UFOs em 1950, registrados na Terra, objetos misteriosos foram rastreados na Lua pelas estações de monitoramento do governo que estão no complexo de instalações secretas no deserto no Arizona e Nevada e dentro de bases nas montanhas subterrâneas. Mais tarde, mesmo os Soviéticas e sondas americanas em órbita acima da Lua, começaram a fotografar estruturas misteriosas, objetos em movimento, luzes piscando e estes avistamentos ocorreu não só na superfície lunar, mas também no espaço. Estes documentos confirmam avistamentos de UFOs, todos foram censurados pela NASA.
Durante a viagem para a lua a tripulação da Apollo 17, os astronautas fizeram várias fotografias das paisagens lunares. No vídeo abaixo você pode controlar a si mesmo, uma série de três imagens tiradas pela Apollo (módulo de controle 17) na órbita lunar e o Skywatcher "Streetcap1"-los processado para você, revelando um objeto circular que só aparece em uma dessas fotografias. E 'este objeto circular seria um dos objetos extraterrestres em movimento, fotografado pelos astronautas da Apollo?
Pesquisadores chineses relataram que um pequeno telescópio, robótico que pousou na Lua em 2013 tem vindo a trabalhar com perfeição o tempo todo. E, embora este é o primeiro muitos de nós estão ouvindo sobre o dispositivo, é uma notícia muito emocionante, porque o telescópio foi capaz de observar todos os tipos de coisas que não são possíveis de ver através grande, espessa atmosfera da Terra.
"Não há atmosfera na Lua, por isso, ao contrário da Terra, a luz ultravioleta a partir de objetos celestes pode ser detectada na Lua", Jing Wang dos Observatórios Astronômicos Nacionais em Pequim disse New Scientist.
A Lua também gira muito mais lento do que a Terra - cerca de 27 vezes mais lentos, para ser mais preciso - o que significa que o telescópio também é capaz de olhar para a mesma estrela para os dias de cada vez, algo que é impossível aqui na Terra.
O telescópio de 15 centímetros é o primeiro telescópio robô para operar na superfície da Lua, e você não tem que ser muito preocupado com isso espiando em você, porque ele só é construído para detectar a luz ultravioleta.
Até agora, desde o desembarque na Lua, tem sido capaz de fazer 2.000 horas de observações, incluindo a monitorização de 40 estrelas, e até mesmo capturou esta imagem bonita do Pinwheel Galaxy, que é de 21 milhões de anos-luz de distância.
Os pesquisadores já publicaram os resultados dos primeiros 18 meses da missão do telescópio no arXiv.
Enquanto isso não é o primeiro telescópio para ser usado na Lua - a honra vai para um telescópio manual usado durante a missão Apollo 16 - o fato de que é um dispositivo robótico torna muito mais desafiador para manter operacional.
Na verdade, o telescópio foi previsto para ter uma vida útil de não mais de um ano, quando ele desembarcou pela primeira vez, o que é por isso que é uma surpresa que ele foi indo forte por quase dois anos agora.
O telescópio chegou à Lua com o lander Chang'e 3, que carregava o chinês rover Yutu, também conhecido como o Coelho Jade, em dezembro de 2013. O rover dado que não funcionou muito bem, depois de lutar para sobreviver o dia-long noites lunares, e finalmente parou de transmitir dados em março deste ano.
A nave Chang'e 3, chegou à lua em 2013
Mas o telescópio chinês tem feito muito melhor. A fim de sobreviver a poeira lunar hostil, que pode destruir eletrônica, o dispositivo é acondicionada em local seguro dentro da Chang'e 3 lander durante o nascer e o pôr do sol, que se acredita ser o momento mais duro do dia.
Como Jacob Aron relatórios para New Scientist, a equipa está agora a estudar a possibilidade de manter a missão do telescópio até o final de 2015. Afinal, já faz um longo tempo desde que tenho sido capaz de aproveitar o ponto de vista da Lua. Próximo passo? Telescópios em Marte.
Este clip demonstra que os objetos (UFOs) que eu tenho postado por tantos anos pode ser filmada por alguém que está disposto a colocar as horas a disposição para filmá-los. As imagens aqui foram capturadas por Richard (canal YT: https: //www.youtube.com/user/Richard2 ...) que vive na costa leste, enquanto eu vivo na costa oeste - ainda - estamos filmando o mesmo desconhecido objetos. Eles não são balões ou satélites e neste momento a única coisa que sabemos com certeza é que há um monte deles.
Seriam mesmo UFOs? Ou Naves Terrestres feitas pelo homem?
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Dennis Hope, 65 anos, dirige legitimamente a venda de terrenos na Lua, Marte, Vênus e Mercúrio desde 1980.
Hope encontrou uma brecha na lei, enquanto dirigia por uma estrada após ter se separado de sua mulher, além de estar desempregado. Observando o céu, pensou na quantidade de terra inexplorada que havia na Lua. Lembrou-se de uma aula de ciências políticas na faculdade, na qual aprendeu sobre o Tratado Espacial assinado em 1967 pela ONU.
De acordo com o artigo 2 do tratado: “O espaço sideral é domínio da humanidade. Sua pesquisa e exploração será feita em benefício de todos, independentemente de seu estágio de desenvolvimento. Ele não está subordinado ao direito de posse internacional por meio de uso, ocupação ou reivindicação de soberania”. A partir disso, nenhuma nação poderia ser proprietária de corpos celestes, mas a lei não proibia pessoas físicas ou jurídicas de reclamar para si a posse de planetas ou satélites.
Em 1980, Hope enviou uma carta à ONU, e aos governos dos Estados Unidos e União Soviética reivindicando terrenos no sistema solar, ninguém se manifestou, então ele fundou a Embaixada Lunar de Gardnerville, em Nevada nos EUA, e começou a vender lotes na Lua.
Assim como Hope, há outras pessoas que vendem terrenos no sistema solar, mas estas pessoas são criminosas, uma vez que ele se considera o dono legítimo da Lua por usar a lei ao seu favor.
Frans von der Dunk é professor de Direito Espacial da Universidade de Nebraska e diz: "É um tanto oca a reclamação ou uma fraude.” Hope já vendeu 600 milhões de acres na Lua sozinho, uma média de 200 propriedades por dia. A localização é indiferente, cada imóvel custa cerca de 20 dólares oferecidos no site www.lunarembassy.com. Hope afirma ter vendido para mais de cinco milhões de proprietários distribuídos pelos 193 países do planeta.
Na hora da venda, Hope apenas aponta um dedo em um grande mapa da Lua e vende o terreno. A lista de pessoas que compraram os lotes inclui também famosos como: Jimmy Carter, Ronald Reagan, George Lucas, Clint Eastwood, John Travolta, Tom Cruise.
Em uma entrevista ao portal brasileiro UOL em 2004, Hope respondeu a pergunta: O senhor acredita que será possível morar na Lua? “Hoje não há atmosfera para se respirar ali e, quando o Sol atinge a Lua, a temperatura é de 121 graus. Mas creio que num futuro próximo vamos ter avanços que tornarão a vida na Lua e em planetas como Marte possível para nós. As plantas serão cultivadas em ambientes criados para possibilitar seu desenvolvimento, bem como os animais. E as pessoas viverão em edificações protegidas da radiação e das altas temperaturas. Será uma grande aventura”.
Não há como negar que Hope teve uma ideia fantástica para fazer um negócio lucrativo funcionar por mais de 30 anos. Segundo o empresário, ele nunca precisou convencer ninguém de comprar, ele simplesmente divulga que as terras estão à venda e viabiliza a compra.
A NASA GARANTE QUE VAI ENVIAR ASTRONAUTAS PARA MARTE ATÉ 2018...
(FOTO: LAMBUJA)
Apesar de todo o entusiasmo com uma possível missão para Marte, o que cabe no bolso da Nasa é o inevitável retorno de astronautas à superfície lunar — talvez já na próxima década.
Uma passadinha pelo site da Nasa enfatiza que a agência espacial norte-americana está numa “Jornada para Marte”, ou seja, em preparação para uma futura viagem tripulada ao planeta vermelho. O primeiro passo dessa missão seria o desenvolvimento da cápsula Órion e do foguete gigante SLS — veículos projetados para levar seres humanos até as imediações... da Lua.
Pois é, a despeito de todas as apresentações de PowerPoint e do entusiasmo geral por uma viagem a Marte, não existe muito mais que isso até agora no plano da Nasa. No mês de maio, o JPL (Laboratório de Propulsão a Jato) apresentou pela primeira vez num evento público o que seria um rascunho de uma arquitetura que viabilizaria a chegada a Marte. Ainda assim, Firouz Naderi, diretor de exploração do sistema solar no laboratório, realçou que era apenas um estudo inicial, para provar que é possível desenvolver um programa de exploração tripulada de Marte que caiba no orçamento anual da Nasa — cerca de US$ 18 bilhões por ano — e que seja capaz de colocar astronautas na superfície de Fobos (uma das luas marcianas) em 2033 e depois, finalmente, no empoeirado chão do planeta vermelho, em 2038.
A estratégia bolada pelo JPL é tão minimalista quanto possível, usando coisas já em desenvolvimento pela agência espacial norte-americana — como um rebocador espacial capaz de movimentar carga entre as órbitas da Terra e de Marte com propulsão alimentada por painéis solares — e módulos de habitação compactos. O problema do módulo de pouso em Marte — um dos maiores desafios de toda a missão — seria deixado para mais adiante. Após esse estudo, segundo Naderi, a Nasa acredita que conseguirá cumprir a meta estabelecida em abril de 2010 pelo presidente Barack Obama, de fazer tudo isso acontecer até meados da década de 2030.
Analistas independentes, contudo, não são tão otimistas. Uma estimativa recente feita por O. Glenn Smith, ex-gerente de engenharia de sistemas dos ônibus espaciais da Nasa, e Paul D. Spudis, cientista lunar norte-americano, sugere que o custo seria muito superior ao estimado pelo JPL. Eles comparam a iniciativa ao que se deu durante o programa Apollo, que levou astronautas norte-americanos à Lua entre 1968 e 1972. “Mandamos nove tripulações Apollo à Lua (seis pousaram). Se mandarmos nove tripulações a Marte, a conta total chegará a cerca de US$ 1,5 trilhão”, afirma a dupla. “O orçamento anual da Nasa teria de ser aumentado gradualmente até chegar a US$ 54 bilhões.”
... MAS A VERDADE É QUE A GRANA ESTÁ CURTA E SÓ VAI DAR PARA VOLTAR PARA A LUA MESMO (FOTO: LAMBUJA)
basicamente o que sobrou do Programa Constellation, elaborado durante o governo de George W. Bush para promover um retorno à Lua — o objetivo oficial da Nasa até Obama chegar à Casa Branca. A cápsula Órion, por exemplo, só tem autonomia de 21 dias no espaço. Isso dá e sobra para ir e voltar da Lua (ida e volta consomem cerca de sete dias), mas é muito pouco para uma viagem a Marte (oito a dez meses).
Na prática, isso significa que, apesar de todo o alarde da promoção da viagem a Marte, o que veremos na próxima década é o quase certo retorno de seres humanos ao satélite natural da Terra. Se você escarafunchar na própria documentação da Nasa, vai descobrir exatamente isso. Por exemplo: o primeiro voo de teste a ser realizado por uma cápsula Órion e um foguete SLS, marcado para 2018, ainda sem tripulação, terá como roteiro uma volta ao redor da Lua. O segundo voo, para 2021, aí já com astronautas, repetirá exatamente o mesmo itinerário. E a ideia — ainda trepidante na Nasa e com baixa receptividade no Congresso norte-americano — de visitar um asteroide em 2025, antes da ida a Marte, também passa pela Lua.
Até o administrador da Nasa Charles Bolden admite que, antes de chegarmos ao planeta vermelho, teremos de passar uma temporada no espaço cislunar — os arredores da Lua. “Temos uma meta, um cronograma. Humanos em Marte, ou no ambiente marciano, nos anos 2030. Mas é uma longa e difícil caminhada”, disse Bolden a GALILEU. “É uma abordagem incremental. Vamos passar de cinco a dez anos longe da órbita terrestre baixa, no espaço cislunar.”
Parece quase uma trapaça. Obama disse em 2010 que iríamos a um asteroide como preparação para a longa jornada marciana. Faz sentido, já que podemos visitar algum asteroide cuja órbita fique a meio caminho entre a Terra e Marte e, assim, testar nossa habilidade de fazer voos interplanetários sem percorrer todo o trajeto até o planeta vermelho. Mas a Nasa descobriu que não teria como pagar nem isso, e propôs o desenvolvimento de um rebocador não tripulado que possa trazer um asteroide até — você adivinhou! — a órbita da Lua, para que então seja visitado por astronautas. Esse é o plano que a agência espacial tenta executar agora.
A Agência Espacial Europeia (ESA) também tem como objetivo enviar astronautas a Marte. Mas o novo diretor-geral da ESA, Johann-Dietrich Wörner, já manifestou publicamente seu interesse pela Lua. “Parece apropriado propor uma base permanente na Lua como sucessora da Estação Espacial Internacional”, declarou. Os russos igualmente querem enviar seus cosmonautas à Lua, e buscam uma parceria com os chineses, que, por sua vez, passaram a última década desenvolvendo o próprio programa lunar e estão a um passo de realizar seu primeiro retorno robótico de amostras do solo do nosso satélite natural, marcado para 2017.
Diante de tudo isso, os norte-americanos não têm como ignorar que o próximo passo de seu programa tripulado acabará sendo o retorno à Lua. Primeiro em missões orbitais, depois em pousos na superfície. É o que pensam também empreendedores como as norte-americanas SpaceX e Bigelow Aerospace, que querem ir a Marte (e provavelmente chegarão lá bem antes da Nasa), mas sabem que tudo começa na Lua. Muita coisa incrível deve acontecer na próxima década, mas as pegadas humanas que veremos então em outro corpo celeste prometem ser cinzentas — e não vermelhas.
1957 • União Soviética lança o primeiro satélite artificial em órbita, o Sputnik, e inicia a corrida espacial. Dois anos depois, a primeira sonda a fotografar a Lua de perto foi a russa Luna 1
1961 • Os soviéticos colocam o primeiro homem no espaço e, em resposta, o presidente norte-americano John F. Kennedy estabelece o objetivo de levar astronautas à Lua até o fim da década
1969 • “Um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade”, disse Neil Armstrong, o primeiro a pisar na Lua, na missão Apollo 11
1972 • A Apollo 17 realiza o último pouso lunar tripulado do século 20, e os norte-americanos encerram o programa, após a vitória na corrida espacial contra a União Soviética
2004 • O presidente norte-americano George W. Bush determina que a Nasa prepare o plano de retorno de astronautas à superfície lunar, no programa Constellation
2010 • Barack Obama decide mudar o foco do programa para o envio de astronautas a Marte, mas disputas com o Congresso mantêm em desenvolvimento a cápsula Órion, a última remanescente do projeto lunar
2015 • O novo diretor-geral da ESA (Agência Espacial Europeia), Johann-Dietrich Wörner, diz que uma base lunar tripulada deveria ser o projeto a suceder a Estação Espacial Internacional
2018 • Primeiro voo de teste da cápsula norte-americana Órion, acoplada ao foguete SLS, a levará à órbita da Lua